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quarta-feira, 12 de maio de 2010

Geração Y - pontos ressaltados da palestra de lançamento do livro – Livraria Cultura - Market Place – 11/05/2010


Compartilho com vocês os pontos, conforme o meu entendimento e interpretação, que mais me impressionaram na palestra de lançamento do livro Geração Y, do Sidnei Oliveira, na Livraria Cultura do Market Place.

Perfis típicos da Geração Y
                                                 
Operacionais  -  “Fazem apenas o que lhes mandam fazer”

Potenciais – “Trabalham para cumprir seus próprios objetivos (exemplo: pagar a Faculdade, acumular dinheiro para uma compra, de um carro ou de uma viagem)”. Não tem vínculos com a Organização.

Talentos – “Buscam sua missão que pode ser construtiva (adequar as Instituições Sociais às necessidades atuais) ou destrutiva (atacar as Instituições Sociais por serem inadequadas [1]”

Nós, os das Gerações Belle Epoque, Baby boomers e X [2], temos a missão prioritária de orientá-los para que encontrem Missões Úteis para a Vida.

Ainda nesta década mais de 50% do Capital Humano do Mundo (a antiga “força de trabalho”) será pertencente à Geração Y.

Nós, os das Gerações Belle Époque, Baby-boomers e X  [2], teremos que “passar o bastão” para eles. O grande risco é que deixemos de prepará-los, principalmente evitando / impedindo que cresçam com seus próprios erros, por:

  •          Incompreensão dos desafios que enfrentarão [3], com conseqüentes percepções de necessidades de adequação das Instituições Sociais que herdaram
  •          Insegurança em relação aos comportamentos dos Geração Y, que não aceita / adota o “Padrão Estabelecido” (Estabelecido para uma outra Realidade Social, por nós (Belle Époque, Baby-boomers e X), onde as Tradições ainda eram úteis como respostas a situações vividas, sem grandes alterações, por várias gerações – “apesar de tudo que fizemos, ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais”,  trecho de uma música que representa toda a nossa desilusão com nossas Revoluções (anos 60 e 70))
  •          Super proteção de nossos maiores tesouros, nos quais investimos grandes expectativas e dinheiro também (rs rs rs)


Cabe a nós ajudá-los, todos os Perfis acima, a descobrir seus Dons, tornando-se os Talentos que a Realidade atual necessita e o motivo para todo o investimento feito em sua preparação – emocional, intelectual, financeiro. Nunca houve uma geração melhor informada, objeto de tanto afeto e cuidado.

Mas não temos uma geração de gênios. Desconfio que a proporção de gênios e super dotados não deve ter se alterado, na média – nós também fomos o “controle remoto” (muda o canal moleque) e os “ajustadores de canais” da tecnologia emergente de nossa época –a televisão.  Nem por isso prescindimos de tentar e errar para aprender o que nossos pais não tinham condição de nos ensinar.

Também não é justo adotarmos uma posição oposta da falta de confiança: não interagirmos, deixando para eles o ônus de enfrentar os grandes desafios do porvir, muitos dos quais frutos de ações e omissões nossas. Devemos procurar,  todas as gerações, dialogar – principalmente compreender as diferentes percepções, para avaliar e aproveitar o que for útil de nossas experiências – e os Y também as têm, muitas, diferentes e em volume maiores, que as nossas. Como as nossas foram diferentes das de nossos antepassados.


[1] A Geração Y, esteja o indivíduo em qualquer dos perfis acima, não confia nas Instituições Sociais que encontraram na Sociedade (Corporações, Mídia Tradicional, Política, Relações Familiares, Seitas Religiosas). Viram seus pais, os da Geração X:

·         Despedidos pelas Organizações em que esperavam se aposentar
·         Manipulados pelas Mídias em que confiavam para se informar e agir social e politicamente,
·         Frustrados em suas expectativas em um ou mais casamentos, que esperavam ser para toda a vida
·         Enganados por Representantes do Sagrado que abusaram de sua Fé

[2] Quadro resumo cronológico das Gerações:





[3] O ambiente da Geração Y:

  •          Trabalharão em “Empregos”  (?!) que ainda não existem
  •          Utilizando tecnologias que ainda serão criadas e substituídas várias vezes ao longo de suas vidas
  •          Para aproveitar oportunidades e solucionar problemas que não sabemos quais serão


     A estabilidade e previsibilidade vivida pelos  Baby-boomers e, um pouco menos, pela Geração X, acabou. Como, creio, está evidente para todos nós que não estejamos “intelectualmente reclusos em alguma caverna conceitual”.


Continuo recomendando visitar o site e ler o livro.

Artigos do autor

Também temos os seguintes espaços para conversarmos sobre o assunto:

·         Em meu blog:
5 Gerações no Mercado de Trabalho. Geração Y é o X da Questão


·         Na Escola de Redes:
(Pois considero o tema convergente com as análises que lá temos feito das necessidades de alteração das Instituições Sociais, essencialmente Hierárquicas para o padrão Redes, mais de acordo com a alta necessidade da Geração Y de Colaboração, Conexão, Flexibilidade e Orientação para Resultados ).

Página de Sidnei Oliveira

Geração Y - O nascimento de uma nova versão de líderes - Sua Organização e Você estão prontos para eles?

Comentário de Claudio Estevam Próspero em 30 abril 2010 às 12:13
Geração Y - O nascimento de uma nova versão de líderes - Sua Organização e Você estão prontos para eles?


·         Na Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento – Fórum de GC em TI
Todos os Fóruns >> [Fóruns de GC em áreas de aplicação] >> GC na área de TI >> Criatividade e Inovação em TIC?

segunda-feira, 3 de maio de 2010

5 Gerações no Mercado de Trabalho. Geração Y é o X da Questão


5 Gerações no Mercado de Trabalho. Geração Y é o X da Questão


Veja apresentação no slideshare



Impacientes, infiéis e insubordinados
Assim são os profissionais da chamada geração Y. Eles desafiam -- mais do que nunca -- as regras de atração e retenção de talentos nas grandes empresas
Revista EXAME - 
Acompanhe a descrição das trajetórias profissionais de três jovens executivos, todos eles parte de uma geração que representa hoje o futuro de qualquer empresa:



"Mostrem claramente o caminho"

Segundo especialista em geração Y, as empresas terão de mudar para continuar atraentes aos olhos dos novos profissionais
Por Guilherme Fogaça  | 18.03.2008
A maneira como as empresas tradicionalmente premiam e treinam seus funcionários não vale para a nova geração de executivos. A mensagem é do consultor americano Scott Wilder, autor do recém-lançado livro Millennial Leaders ("Líderes do milênio", sem versão para o português), que falou a EXAME:
Quais são as características da geração Y?
São jovens que cresceram conectados à internet e estão acostumados a uma interação com resposta em tempo real. Em meu livro, cito dados da consultoria Rainmaker Thinking que mostram como isso se traduz na ambição profissional da nova geração. Alguns dos principais: 74% dos funcionários da geração Y querem ganhar mais imediatamente e 56% esperam ser promovidos dentro de um ano.
Como as empresas devem lidar com eles?
Eles precisam de menos treinamento dentro da sala de aula e querem programas de aprendizado que os coloquem com a mão na massa. Um acompanhamento direto com um mentor também é eficiente para manter a ansiedade da nova geração sob controle. Eles querem saber aonde podem chegar. Além disso, outra mudança com bons resultados é a constante alocação desses profissionais em várias áreas, para variar o aprendizado.
É possível conseguir que essa nova geração seja leal às empresas em que trabalha?
Sim. Os jovens só vão mudar de emprego se sentirem que não encontram mais oportunidades de aprendizado rápido onde estão trabalhando. Eles querem sinais de que conseguirão obter aquilo que perseguem e de que estão caminhando para a frente em sua carreira.
Geração Y - O nascimento de uma nova versão de líderes - Sua Organização e Você estão prontos para eles?

“Tenha escolhas que te façam arrumar energia e foco, elas te realizarão como pessoa”
Sidnei Oliveira [1]

Geração Y - O nascimento de uma nova versão de líderes
Lançamento DIA 11 DE MAIO - Livraria Cultura - Market Place Morumbi
Entender os jovens profissionais é uma tarefa desafiadora para os Líderes das gerações anteriores.
Porque eles são tão questionadores? Como eles conseguem manter o foco em tantas coisas simultaneamente?
As empresas estão encontrando dificuldades em atrair, reter e desenvolver os novos profissionais que estão chegando.
Os modelos sedimentados de carreiras corporativas já não despertam o interesse dos jovens.
A energia e habilidades que eles apresentam estão assustando os líderes, que acabam agindo de forma conservadora bloqueando toda criatividade e inovação.
Neste novo cenário AS PERGUNTAS MUDARAM, por isso as respostas que os lideres tem não servem mais.
Precisamos fazer novas perguntas...

Geração Y - Era das conexões - tempo de relacionamentos - 2009
Não há como ficar impassível diante da nova geração, conhecida como geração Y (nascidos a partir de 1980 ).
Porque eles são tão questionadores? Como eles conseguem manter o foco em tantas coisas simultaneamente? Como estimulá-los e guiá-los em seu futuro?
Líderes de empresas encontram dificuldades em atrair, reter e desenvolver os novos profissionais que estão chegando. Pais vivem numa relação de constante tolerância e desaprovação nas escolhas de seus filhos. Professores se sentem ameaçados por alunos que demonstram maior domínio de suas matérias ou mais habilidade em obter informações.
O livro apresenta reflexões sobre a Geração Y, estabelecendo uma relação temporal com as gerações anteriores. Que características e que fatores históricos e culturais influenciaram o comportamento e a educação dos jovens em suas respectivas gerações.

Choque de gerações ou chocados com as novas gerações?
A primeira impressão que se tem é de que as gerações estão vivendo um tempo de ruptura total, onde os mais velhos não entendem os jovens de hoje, que por sua vez consideram os mais velhos como absolutamente lentos e desconectados da realidade atual.

Evidentemente estas divergências sempre aconteceram entre as gerações. O fato novo é que os conflitos atuais estão mais potencializados principalmente pelo ritmo de vida que surgiu com as novas tecnologias.
Como mencionei em meu último artigo (http://bit.ly/8XstRw ), todos desejam ser jovens pelo maior tempo possível. Até o aumento da expectativa de vida, provocado também por avanços da ciência, contribui para a intensidade nos conflitos, pois existem mais gerações lutando por um lugar no mundo. Os mais velhos sentem-se produtivos em seus postos atuais, por isso não abrem espaço para os mais jovens ocuparem estas posições. Claro que esta situação não se sustenta por muito tempo. 

O que é necessário é um novo modelo de relacionamento entre as gerações, onde os mais velhos substituam o papel de "executivos / operadores", guardiães dos processos e zeladores dos resultados, para assumir uma nova carreira – a de líder educador – conhecido como mentor. Deixando todo esforço executivo para a geração mais jovem, que tem mais energia e mais habilidades para o atual contexto tecnológico.

Esta conscientização também deve acontecer com os jovens da Geração Y, que mesmo tendo mais habilidades, precisam reconhecer que isto é apenas fruto de um cenário de super-estimulação a que foram submetidos desde a primeira infância. E isso não os torna "especiais".
Eles precisam entender que são e precisam ser mais preparados para o novo ambiente hiper-competitivo e que, além de todo conhecimento técnico e toda informação que conseguem absorver, precisam acessar um tipo muito especial de conhecimento - o TÁCITO -, que apenas os mais velhos possuem, fruto de todas as experiências acumuladas em suas vidas.

O caminho é a negociação de interesse entre as gerações. E esta negociação precisa acontecer com maior rapidez.

A escola Y
Novos educadores para novos tempos
 
Os professores falam em um idioma, os pais escutam em uma língua e os alunos...estão blogando, tweetando, mandando torpedos e falando no msn. O conflito de gerações mediado pelos avanços tecnológicos é o desafio da década. Queremos educar os jovens, mas os métodos utilizados com sucesso nos últimos anos já não atinge mais seus objetivos. 

Chegou o momento da Escola Y. Saiba quais são os valores desta geração e entenda como inovar, reavaliar os principais conceitos do ensino e superar os desafios em lidar com estes os jovens.
 
Roteiro do Programa

Ensino transformação 
Novos problemas, antigas soluções
5 gerações – todos querem educar
A ameaça virtual – Redes sociais

A escola Y
Quem sabe, sabe? – professor ou educador?
Disciplina não é punição é Foco
Motivação e clima afetam o aprendizado
Inovação no modelo de ensino

Valores – instrumentos do Educador
Desenvolvendo Visão Estratégica 
Resgatando princípios
Aprendendo a errar

Consumidor Y
Desafio ou Oportunidade?
Os comportamentos inovadores da Geração Y estão desafiando corporações, suas marcas e seus produtos. Conceitos estabelecidos com sucesso durante décadas, não estão mais apresentando os mesmos resultados. A busca por inovações se transformou na principal estratégia de sobrevivência em um mundo hiper-competitivo.
Um novo consumidor está surgindo com a mesma velocidade que as transformações tecnológicas chegam a sociedade. Quem são e como pensam os nativos digitais? Saiba como posicionar sua empresa nesta nova realidade.
Roteiro do programa:
 
O novo consumidor 
Características, expectativas e desejos
A nova classe social
Estilo de vida no lugar da marca

Inovação a todo custo
Produtos - Redesenho ou Re-posicionamento?
Atendimento virtual – como torná-lo eficaz
E-commerce – chegou o momento de vender na rede
Globalização local
Mercados – descobrindo novos consumidores
A força das redes sociais
O cliente – seu maior vendedor

Redes Sociais
Fazendo desses canais uma Ferramenta de Venda e Sucesso
Milhões de pessoas estão se associando as redes sociais em todo o mundo. O fenômeno é recente, mas está se acelerando com uma velocidade somente comparada com o crescimento da própria internet no início dos anos 2000. Lançar um novo produto ou serviço na rede tornou-se um desafio de estratégia e planejamento como nunca antes havia acontecido.
Saiba como posicionar sua empresa nas redes sociais, criando uma nova realidade de relacionamento corporativo e transformando seus clientes em seguidores e fã de seus produtos.


Roteiro do programa:
Conhecendo Canais
Características, modelos e aplicações
Avaliando convergências técnicas e estratégicas
Desenvolvendo posicionamento de produtos

Estratégias para Redes Sociais
Suporte é on-line, atendimento é real-time
Influência Virtual – o que falam do seu produto?
Avaliando as ações da concorrência

Medição e Resultados
Customizando indicadores e metas de sucesso
Data mining como ferramenta de vendas
Clientes virtuais – onde estão, como alcançá-los?

Gestão de Redes Sociais
Como introduzir Empresas e Produtos na Rede Social
Existem muitos desafios na implementação de uma estratégia de mídia social que não são facilmente perceptível. Muitos mitos e informações distorcidas estão mantendo empresários e gestores céticos sobre este fenômeno mundial das redes sociais.
Saiba como muitas empresas estão descobrindo usos inovadores para as redes sociais e alcançando um uso muito eficiente no relacionamento com seus clientes e colaboradores.

Roteiro do programa:
As redes sociais
Características, modelos e aplicações
A força de uma nova mídia
Como aprender com as redes sociais

A empresa conectada
TI, Marketing e RH -desafios de convergência
Flexibilizando processos, agilizando resultados
A identidade corporativa

Novas estratégias para produtos vencedores
Desenvolvendo canais e produtos
Clientes & Seguidores
Alcançando resultados efetivos com Redes Sociais


Como montar uma Empresa Y
Inovadora, Conectada, Flexível e focada em Resultados 
Em um mundo onde as transformações alcançaram conceitos exponenciais, a competitividade se transformou em posicionamento estratégico e os relacionamentos estabelecem diferenciais competitivos definitivos, as empresas precisam adotar um novo posicionamento, muito mais alinhado com os conceitos atribuídos hoje aos jovens da geração Y que representam a maior fatia do mercado consumidor e de profissionais nesta próxima década.
 Saiba como superar os desafios em lidar com estes novos consumidores e novos profissionais transformando sua empresa em uma empresa Y

Roteiro do programa:
A gestão Y
•  O mundo completamente conectado
•  Desafiando os talentos da nova geração
•  Novos produtos & novos clientes

A empresa Y
•  O impacto das mídias sociais – a influência corporativa
•  Planejamento estratégico de curta duração
•  Inovação como modelo de negócios

Resultados Y
•  Processos flexíveis, valores rígidos
•  Novas tecnologias – problemas & possibilidades
•  Velocidade & Pressa – o desafio dos resultados de curto prazo


[1] Sobre o Sidnei Oliveira
Consultor, Autor e Palestrante, expert em Conflitos de Gerações, Geração Y, desenvolvimento de Novos Talentos e Redes Sociais, tendo desenvolvido soluções em programas educacionais e comportamentais para mais de 30 mil profissionais em empresas como Vale do Rio Doce, Scania, Lojas Renner, Coamo, Light, entre outras.

Formado em Marketing e Administração de Empresas, autor de vários livros sobre Liderança e Administração. Permaneceu no Banco Real por 20 anos, liderando equipes e desenvolvimento de produtos de automação bancária, reengenharia de processos, endomarketing, database marketing, comércio eletrônico, home banking e internet banking.

Diretor Geral e Fundador dos sites Achei!! e Zeek! até a venda da empresa para a StarMedia Networks, o  primeiro negócio envolvendo a transferência de controle de capital em empresa de internet realizado na América Latina.

Atuou como diretor de desenvolvimento de produtos e ombudsman mundial da StarMedia Networks, além de empresas como Inova Tecnologia – Darby -Overseas, Metro Marketing Direto (empresa do Banco Alfa), criação e implantação de uma empresa de meios de pagamentos eletrônicos na America Latina com atuação a partir da Argentina ( E-Financial Tecnologia ).

É atualmente sócio-fundador da Kantu Educação Executiva, Vice-presidente do Instituto Atlantis de preservação ambiental, consultor-associado da Empreenda Consultoria e membro do conselho de administração da Creditem Cartões de Crédito.
_______________________________________________________________________________
QUEM É O SIDNEI?
São Paulo é minha cidade e o mundo é minha casa. Em todos estes anos de vida profissional tive o privilégio de estar em mais de 300 cidades por todo o mundo e em cada uma delas, ganhei experiências únicas e de muita riqueza, pois foram muitas as pessoas que “tocaram” em minha vida e permitiram que eu pudesse influenciá-las em suas vidas também.
Comecei a colecionar minhas experiências profissionais bem cedo, como office-boy numa agencia bancária. Depois do período acadêmico em cursos como Marketing e Administração de Empresas, aprender tornou-se uma experiência incrível e de uma velocidade ainda maior. Foi assim que desenvolvi minha “primeira carreira” no sistema financeiro.
Trabalhando em um dos maiores bancos brasileiros ( Banco Real ), pude desenvolver minhas primeiras habilidades em liderança de equipes e desenvolvimento de produtos.
Foram anos de muitas transformações no Brasil e no mundo e eu estava participando do “jogo principal”, onde foram criados diversos produtos de automação bancária, reengenharia de processos, endomarketing, database marketing, comércio eletrônico, home banking e internet banking. Neste cenário participei ativamente dos mais importantes fóruns de bancos nacionais e estrangeiros, propondo e defendendo soluções inovadoras hoje adotadas por todos os bancos no Brasil.
Minha “segunda carreira” começou neste tempo, quando passei a atuar também com consultor, publicando vários livros sobre Liderança e Administração. Os primeiros convites para palestras começaram e depois de algum tempo, passou a ser comum participar de seminários e eventos em empresas.
Quase que como conseqüência do acúmulo de tantas experiências surgiu o desejo de desenvolver a “terceira carreira”. Precisava experimentar a vida de empresário.
Assim, depois de 20 anos de uma estimulante carreira bancária, que me permitiu conhecer inúmeras realidades corporativas e experimentar a liderança em vários níveis, inclusive de Diretor de Banco, migrei “insanamente” para uma experiência de empreendedorismo em um ramo até então absolutamente desconhecido e de duvidoso retorno financeiro. Decidi montar um site na Internet em 1995.
Sendo um dos pioneiros no desenvolvimento do atendimento personalizado na internet, pude sedimentar e implementar com sucesso, este conceito nos sites Achei!! e Zeek! dos quais fui fundador e diretor geral até a venda da empresa para a StarMedia Networks. Este foi o primeiro negócio envolvendo a transferência de controle de capital em empresa de internet realizado na América Latina.
Atuando como diretor de desenvolvimento de produtos e ombudsman mundial da StarMedia Networks, pude ampliar minhas experiências para o campo internacional e isto me proporcionou mais credenciais para atuar na direção de outras empresas ( Inova Tecnologia – Darby -Overseas, Metro Marketing Direto, empresa do Banco Alfa), permitindo inclusive criação e implantação de uma empresa de meios de pagamentos eletrônicos na America Latina com atuação a partir da Argentina ( E-Financial Tecnologia ), nesta ocasião desenvolvi muitas conexões comerciais na Argentina, Chile, México, Estados Unidos, Espanha.
Nos últimos anos participei da fundação de uma empresa de educação corporativa ( Braune – Educação Empresarial ) atuando como sócio e diretor, onde pude ampliar e solidificar minhas experiências na educação de executivos em liderança e gestão, desenvolvendo soluções em programas educacionais e comportamentais para Desenvolvimento Humano.
Atualmente preparo e desenvolvo Novos Talentos profissionais em Liderança com foco em Conflitos de Gerações,   através da Kantu Educação Executiva, empresa que também fundei e onde passei a atuar como Consultor, escritor e palestrante, realizando diversos trabalhos com mais de 30 mil profissionais em empresas como Vale do Rio Doce, Scania, Lojas Renner, Coamo, Light, entre outras.
Sendo atualmente consultor em gestão empresarial, desenvolvo minhas atividades acreditando em valores como Transparência e Verdade, Respeito Humano, Ética, Criatividade, Paixão, Responsabilidade, Dedicação e Coerência.
Tenho como missão, promover o crescimento humano e a atitude pessoal transformadora, dispondo genuinamente de todo meu conhecimento e experiências pessoais para que, através da reflexão e dos desafios profissionais, pessoas possam visualizar e alcançar sua própria história de sucesso.

Artigos:


“Era a quinta vez que ele recebia um convite para participar de um jogo em uma comunidade virtual. Como anteriormente, o convite era solenemente ignorado e deletado. A única conclusão razoável para este tipo de divertimento virtual, era que consumia tempo de jovens...
 


Diariamente quando chegava em casa, após um dia de intenso trabalho, aquele executivo encontrava o filho de 9 anos concentrado em sua “fazenda virtual”, plantando sementes imaginárias, alimentando criações de cavalos virtuais ou ainda fertilizando...

·         Aprendendo a viver
Quantas vezes perdemos a oportunidade de sermos felizes, pelo medo de
ter ousadia de amar. Medo de ousar porque o...
·         A Geração Y quer crescer
Muito tem se falado sobre as expectativas da geração Y. Institutos de Pesquisa aceleram seus trabalhos,...

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Noam Chomsky: 10 ESTRATÉGIAS DE MANIPULAÇÃO POLÍTICA - [Conhecer é o 1o. passo para se defender




ESTRATÉGIAS DE MANIPULAÇÃO POLÍTICA

O lingüista estadunidense Noam Chomsky, que se define politicamente como "companheiro de viagem" da tradição anarquista, é considerado um dos maiores intelectuais da atualidade. Seus estudos sobre gramática generativa tiveram enorme impacto na área da linguística, que ele considera um ramo da psicologia cognitiva. Seu trabalho magistral, "Syntatic Structures", publicado em 1957, não somente influenciou sua área de trabalho, mas diversas outras.

Entre outros estudos, ele elaborou excelentes livros e textos sobre o papel dos meios de comunicação no sistema capitalista. É dele a clássica frase de que "a propaganda representa para a democracia aquilo que o cassetete significa para o Estado totalitário". Como ativista político, manifestou-se contra a guerra do Vietnã e contra o processo de dominação imposto pelo sistema capitalista.

1- A estratégica da distração.

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes.

A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. "Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto "Armas silenciosas para guerras tranqüilas")" .

2- Criar problemas, depois oferecer soluções.

Este método também é chamado "problema-reação-solução". Cria-se um problema, uma "situação" prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3- A estratégia da degradação.

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, é suficiente aplicar progressivamente, em "degradado", sobre uma duração de 10 anos. É dessa maneira que condições sócio-econômicas radicalmente novas têm sido impostas durante os anos de 1980 a 1990.. Desemprego em massa, precariedade, flexibilidade, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haviam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de forma brusca.

4- A estratégica do deferido.

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo "dolorosa e necessária", obtendo a aceitação pública no momento para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, por que o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, por que o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que "tudo irá melhorar amanhã" e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5- Dirigir-se ao público como crianças de pouca idade.

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante.

Por que?
"Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá a ter, com certa probabilidade, uma resposta ou reação também desprovida de um sentido critico como a de uma pessoa de 12 anos de idade (ver "Armas silenciosas para guerras tranqüilas")" .

6- Utilizar o aspecto emocional muito mais do que a reflexão.

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…

7- Manter o público na ignorância e na mediocridade.

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. "A qualidade da educação dada as classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre o possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver "Armas silenciosas para guerras tranqüilas")" .

8- Promover ao público a ser complacente na mediocridade.

Promover ao público o achar legal o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…

9- Reforçar a revolta pela culpabilidade.

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo, do qual um dos efeitos é a inibição da sua ação. E sem ação, não há revolução!

10- Conhecer melhor os indivíduos do que eles mesmos se conhecem.

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aqueles possuídas e utilizados pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o "sistema" tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o individuo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.




Comentário de Marcelo Estraviz em 17 abril 2010 às 19:01



Em outro buzz, acabo de receber algo que tem muito a ver co o que estamos falando aqui sobre a desistência dos hierarquismos. O papo ali se deu mais sobre as elites e o Gera disse assim:

"A eleite pode ser uma posição, um lugar que se ocupa. Mas também uma postura, uma forma de agir, principalmente de superioridade. A grande maioria da filosofia "de esquerda" surgida no séc. XVIII e XIX é elitista. O elitismo é uma das poucas coisas que sempre houve e foi aceito tanto pela "esquerda" quanto pela "direita". Se é possível haver alguém abaixo de vocẽ, seja no que for, e você reconhece isso como verdadeiro, vocẽ é elitista. Se vocẽ acha que alguém não será capaz de ou não irá fazer algo e por isso você deve ou fazer ou mandar a pessoa fazer esse algo, você está sendo elitista. Toda teoria sociologica elitista reafirma isso como correto e é uma das teorias mais difíceis de se desmontar porque é baseada na idéia de que determinados tipos de ações dependem de líderes para acontecerem, e ainda são pouca as provas no sentido contrário. Os sistemas complexos auto-organizados são uma das provas contrárias a isso mas ainda são poucas as comprovações sociologicas disso, a teoria das multidões também, algumas coisas do Clastres também podem ser vistas como anti-elitistas. O elitismo é uma das idéias mais aceitas e que mais fazem parte de nós, da nossa cultura, é muito mais fácil ser eleitista do que não ser.
As elites políticas e economicas são apenas reconhecidas como tal, mas a classe A é elite da B, C, D, E, F, porém ainda assim todas as outras são elites das subsequentes se assim se comportarem e quiserem, até mesmo a classe E será da F. Somos também elite dentro dos nossos mundos e circulos, dentro das nossas especialidades. Uma das poucas coisas que destrói a elite dentro de nós é a auto-critica, a humildade (por incrivel que pareça, é tão simples e algo que está morrendo, quase apenas para os santos) e outras posturas de "igualitarismo" e respeito..."


E então? Pano pra manga pra conversarmos? :)
O texto acima é parte de um diálogo que está ocorrendo em:

Bibliografia de NOAM CHOMSKY 
 (em Portugues)


Linguagem E Mente   (em Portugues)  (2009) 
CHOMSKY, NOAM 

UNESP

LINGUÍSTICA 

Arquitetura Da Linguagem   (em Portugues)  (2008) 
CHOMSKY, NOAM 

EDUSC

LINGUISTICA


Problemas Do Conhecimento E Da Liberdade   (em Portugues)  (2008) 
CHOMSKY, NOAM 

RECORD

CIÊNCIAS SOCIAIS

Razoes De Estado   (em Portugues)  (2008) 
CHOMSKY, NOAM 
RIBEIRO, VERA 
RECORD

CIÊNCIAS SOCIAIS - CIÊNCIA POLÍTICA

Governo No Futuro, O   (em Portugues)  (2007) 
CHOMSKY, NOAM 

RECORD

CIÊNCIAS SOCIAIS - CIÊNCIA POLÍTICA

Hegemonia Ou Sobrevivencia   (em Portugues de Portugal)  (2007) 
CHOMSKY, NOAM 

EUROPA-AMERICA

CIÊNCIAS SOCIAIS - CIÊNCIA POLÍTICA

Rumo A Uma Nova Guerra Fria   (em Portugues)  (2007) 
CHOMSKY, NOAM 

RECORD

CIÊNCIAS SOCIAIS - CIÊNCIA POLÍTICA
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Ambiçoes Imperiais   (em Portugues)  (2006) 
CHOMSKY, NOAM 
BARSAMIAN, DAVID 
EDIOURO (RJ)

CIENCIAS SOCIAIS
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Lucro Ou As Pessoas, O?   (em Portugues)  (2006) 
CHOMSKY, NOAM 
JORGENSEN JUNIOR, PEDRO 
BERTRAND BRASIL

CIÊNCIAS SOCIAIS - CIÊNCIA POLÍTICA

Novos Horizontes No Estudo Da Linguagem E Da Mente   (em Portugues)  (2006) 
CHOMSKY, NOAM 

UNESP

LINGUÍSTICA
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Piratas E Imperadores, Antigos & Modernos   (em Portugues)  (2006) 
CHOMSKY, NOAM 

BERTRAND BRASIL

CIENCIAS SOCIAIS
Poder Americano E Os Novos Mandarins, O   (em Portugues)  (2006) 
CHOMSKY, NOAM 

RECORD

CIÊNCIAS SOCIAIS - SOCIOLOGIA

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Sobre Natureza E Linguagem   (em Portugues)  (2006) 
TOPICOS
 
CHOMSKY, NOAM 

WMF MARTINS FONTES

LINGUÍSTICA

Para Entender O Poder - O Melhor De Noam Chomsky   (em Portugues)  (2005) 
CHOMSKY, NOAM 
SCHOEFFEL, JOHN MITCHELL, PETER R. 
BERTRAND BRASIL

CIENCIAS SOCIAIS-CIENCIA POLITICA

Poder E Terrorismo   (em Portugues)  (2005) 
CHOMSKY, NOAM 

RECORD

CIÊNCIAS SOCIAIS - CIÊNCIA POLÍTICA

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Controle Da Midia   (em Portugues)  (2003) 
CHOMSKY, NOAM 

GRAPHIA

COMUNICAÇÃO 




Nova Geração Define O Limite, Uma   (em Portugues)  (2003) 
CHOMSKY, NOAM 

RECORD

CIÊNCIAS SOCIAIS - SOCIOLOGIA

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Propaganda E Opiniao Publica   (em Portugues de Portugal)  (2002) 
CHOMSKY, NOAM 

CAMPO DA COMUNICAÇÃO

COMUNICAÇÃO

Novo Humanismo Militar, O   (em Portugues de Portugal)  (2001) 
CAMPO DA ACTUALIDADE
 
CHOMSKY, NOAM 

CAMPO DAS LETRAS

CIÊNCIAS SOCIAIS - CIÊNCIA POLÍTICA

Democracia E Os Mercados Na Nova Ordem Mundial, A   (em Portugues de Portugal)  (2000) 
CHOMSKY, NOAM 

ANTIGONA

CIENCIAS SOCIAIS-CIENCIA POLITICA

Neoliberalismo E Ordem Global   (em Portugues de Portugal)  (2000) 
CHOMSKY, NOAM 

NOTICIAS

CIÊNCIAS SOCIAIS - CIÊNCIA POLÍTICA

Luta De Classes, A   (em Portugues)  (1999) 
CHOMSKY, NOAM 

ARTMED

CIENCIAS SOCIAIS-CIENCIA POLITICA

Minoria Prospera E A Multidao Inquieta, A   (em Portugues)  (1999) 
CHOMSKY, NOAM 

UNB

CIÊNCIAS SOCIAIS - CIÊNCIA POLÍTICA

Que O Tio Sam Realmente Quer, O   (em Portugues)  (1999) 
CHOMSKY, NOAM 

UNB

CIENCIAS SOCIAIS-CIENCIA POLITICA

Segredos, Mentiras E Democracia   (em Portugues)  (1999) 
CHOMSKY, NOAM 

UNB

CIENCIAS SOCIAIS-CIENCIA POLITICA

Sociedade Global, A   (em Portugues)  (1999) 
SOCIEDADE E AMBIENTE, 4
 
CHOMSKY, NOAM 
DIETERICH, HEINZ 
EDIFURB

CIÊNCIAS SOCIAIS - CIÊNCIA POLÍTICA

Caminhos Do Poder, Os   (em Portugues)  (1998) 
CHOMSKY, NOAM 
LACERDA, ELISABETE 
ARTMED

CIENCIAS SOCIAIS-CIENCIA POLITICA

Linguagem E Mente   (em Portugues)  (1998) 
CHOMSKY, NOAM 

UNB

LINGUISTICA

Olhar Sobre A America Latina, Um   (em Portugues)  (1998) 
CHOMSKY, NOAM 

OFICINA DO AUTOR

CIENCIAS SOCIAIS-SOCIOLOGIA

Política Externa Dos Estados Unidos Da Segunda   (em Portugues) 
CHOMSKY, NOAM 

EXPRESSAO POPULAR

CIENCIAS SOCIAIS-CIENCIA POLITICA