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domingo, 4 de novembro de 2012

Ecocidade - Ligações Externas para exemplos de uso dos conceitos propostos

Ecocidade

Estou preservando aqui as Ligações Externas para exemplos de uso dos conceitos propostos. Estas Ligações Externas foram eliminadas devido a uma interpretação de um dos revisores da Wikipedia em Português  com a qual não concordo, mas devo respeitar.


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Você está visualizando uma edição arquivada desta página, feita por ProsperoClaudio
 (discussão | contribs) em 17h16min de 9 de novembro de 2008. Esta edição pode ser muito 
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ecocidade é um conjunto urbano que compartilha de um espaço de vida em comum e adota conscientemente o projeto de transformar a cidade numa grande casa (do gregooikos, moradía) solidária, na qual tudo será organizado e realizado para o fim de diminuir o impacto sobre o meio ambiente.

Uma Conferência eletrônica sobre o desenvolvimento de Ecocidades aconteceu de fevereiro a junho de 2003 via internet, como uma atividade que facilitou aos participantes da 5a Conferência sobre Ecocidades, previamente concluída em Shenzhen, China, em agosto de 2002, continuarem a trocar idéias e experiências. Também possibilitou, às pessoas que não puderam comparecer à conferência, participarem, pela internet, das discussões dos documentos que foram apresentados, e poderem apresentar seus proprios trabalhos. Um dos objetivos dessa conferência virtual foi promover o trabalho em rede e a cooperação sobre desenvolvimento de Ecocidades com os seus organizadores. Todos os resumos e documentos apresentados na 5ª Conferência estão disponíveis no sítio da Universidade das Nações Unidas referido abaixo.

Num trabalho titulado "ECOCIDADES - Esboço de idéias-sementes para um Projeto de Desenvolvimento Urbano Integral", o ativista brasileiro Marcos Arruda afirmou que na EcoCidade, a crescente personalização ocorre simultaneamente à crescente socialização, que consiste na partilha consciente dos bens e recursos disponíveis a fim de aumentar o bem-viver de cada um e de todos: 
"Ambos estes processos se situam no contexto da integração harmônica e durável com o ecossistema em que vive cada cidadã/cidadão e a sociedade como um todo".

Índice

  [esconder

5ª Conferência sobre Ecocidades

Visão dos componentes para criação e transformação de nossas cidades em ambientes sustentáveis

  • Coleta e utilização de água de chuva e reutilização de águas servidas (águas tratadas) - redução de enchentes e melhor aproveitamento dos recursos hídricos.
  • "Matas Ciliares" para avenidas, ruas e estradas - cada "rio de cimento" equilibrado por árvores em suas laterais e canteiros centrais.
  • Cabotagem e ferrovias - transporte de mercadorias em longas distâncias através de cabotagem, para as cidades litorâneas e através de ferrovias, para as cidades distantes do litoral

Ver também

Ligações externas

Bibliografia

  • Mais informações sobre Meio Ambiente:
    • TRIGUEIRO, ANDRE: "MEIO AMBIENTE NO SECULO 21". São Paulo: Editora AUTORES ASSOCIADOS, 4ª Edição - 2005 - 366 pág.
    • TRIGUEIRO, ANDRE:"MUNDO SUSTENTAVEL". São Paulo: Editora GLOBO, 1ª Edição - 2005 - 304 pág.
    • Habitare disponibiliza 20 livros para download gratuito O Programa de Tecnologia de Habitação (Habitare) oferece em seu portal uma série de livros para download gratuito. Já estão no site 20 obras que contemplam áreas como construção sustentável; resíduos; planejamento de canteiros; avaliação pós-ocupação; inovação e gestão da qualidade e produtividade; normalização e certificação; habitação e encostas.



quinta-feira, 11 de novembro de 2010

São Paulo 2050 - Uma Eco Metrópole - O que já está em andamento para a realização deste sonho / visão

Car@s, boa tarde.

    Há pouco mais de 3 anos que fiz um convite para “sonharmos e construirmos” um futuro desejável para nossa metrópole, conforme o correio copiado abaixo.

    Seguem alguns exemplos de como está a implantação desta Visão:

·         Floresta Urbana: Desenvolvida em países como a Alemanha e a Inglaterra, a tecnologia dos telhados verdes começa a chegar ao Brasil na onda da sustentabilidade. O agrônomo Sérgio Rocha, de 33 anos, fez da sua vida o projeto de transformar os telhados das cidades em imensas áreas verdes. "É como se criássemos uma floresta urbana."

Para concretizar esse sonho, ele trocou uma floresta verdadeira, a amazônica, pela aridez cinza da cidade de São Paulo.


·        Frota Elétrica da CET: O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, disse que pretende começar ainda neste ano a substituição da frota da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) por veículos movidos a eletricidade. "Já fica a primeira encomenda para que possamos começar a substituir a frota da CET ainda neste ano"

Continuemos sonhando e compartilhando sonhos de futuros desejáveis.

"Um sonho que se sonha só é apenas um sonho.
Um sonho sonhado por muitos é uma previsão do futuro." 

Abraços.
Claudio.

Agrônomo cria jardim em telhados de SP
Gilberto Dimenstein em 10/11/10

Duas agências bancárias (Bradesco e Banco do Brasil) da cidade de São Paulo estão experimentando um jeito de economizar dinheiro, ajudar o meio ambiente e, quem sabe, atrair clientes: cultivar jardins.
Só que quase ninguém vai ver a plantação, tudo será feito no telhado, longe da rua.
Desenvolvida em países como Alemanha e Inglaterra, a tecnologia dos telhados verdes começa a chegar ao Brasil na onda da sustentabilidade.
O agrônomo Sérgio Rocha, 33 anos, fez da sua vida o projeto de transformar os telhados das cidades em imensas áreas verdes.
“É como se criássemos uma floresta urbana.”Para tocar esse sonho, ele trocou uma floresta verdadeira – a amazônica – pela aridez cinza paulistana.
Formado em agronomia, Sérgio fez mestrado em genética e mudou-se para a Amazônia, onde realizou pesquisas de plantas, especialmente as medicinais. Passou a gerenciar e estimular projetos, quando tomou conhecimento das tecnologias sustentáveis espalhadas pelo mundo. Foi dali que, literalmente, imaginou que tiraria sua sustentabilidade.
** Trecho da coluna Urbanidade, publicada no jornal Folha de S. Paulo
LEIA MAIS
Confira algumas imagens que mostram o trabalho de Sérgio

Florestas Urbanas
DUAS AGÊNCIAS BANCÁRIAS (uma do Bradesco e uma do Banco do Brasil) da cidade de São Paulo estão fazendo uma experiência que se traduz num novo jeito de, ao mesmo tempo, economizar dinheiro, ajudar a preservar o meio ambiente e, quem sabe, atrair clientes: cultivar jardins. Só que quase ninguém poderá ver a plantação, pois tudo será feito no telhado, longe da rua.
Desenvolvida em países como a Alemanha e a Inglaterra, a tecnologia dos telhados verdes começa a chegar ao Brasil na onda da sustentabilidade. O agrônomo Sérgio Rocha, de 33 anos, fez da sua vida o projeto de transformar os telhados das cidades em imensas áreas verdes. "É como se criássemos uma floresta urbana."
Para concretizar esse sonho, ele trocou uma floresta verdadeira, a amazônica, pela aridez cinza da cidade de São Paulo.
 http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/ep.gif

Formado em agronomia, Sérgio fez mestrado em genética e mudou-se para a Amazônia, onde realizou pesquisas sobre plantas, especialmente sobre as medicinais. Passou a gerenciar e a estimular projetos, quando tomou conhecimento das tecnologias sustentáveis espalhadas pelo mundo. Foi dali que imaginou literalmente tirar seu sustento.
Viajou pela Alemanha para conhecer uma nova tecnologia. Aprendeu que, através de módulos pré-fabricados e materiais inventados para lidar com diferentes temperaturas, é possível montar a laje das construções em conjunto com a plantação.
A vantagem prometida é diminuir o risco de infiltração, comum na construção de jardins suspensos, além de baratear os custos da obra. "Vi os mais variados projetos: algumas pessoas preferiam fazer um campo de futebol, outras preferiam produzir alimentos."
Foi então que nasceu, em São Paulo, o Instituto Cidade Jardim.
 http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/ep.gif

O apelo da tecnologia, segundo ele, é simples. Com o telhado verde, aumenta a retenção das águas da chuva, o que favorece o combate às enchentes. Além disso, a cobertura diminui o calor dos prédios, reduzindo a necessidade de uso do ar condicionado. Finalmente, as plantas e árvores combatem a poluição atmosférica. Por essas razões, essa tecnologia vem disseminando-se pela Europa e pelos Estados Unidos. No Brasil, por enquanto, é algo insignificante.
 http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/ep.gif

Até que Sérgio já conseguiu um projeto de visibilidade, ao instalar um telhado verde num prédio da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), em parceria com a Petrobras. Mas, por enquanto, tudo está na fase de plano-piloto. Em São Paulo, os telhados verdes não chegam a ocupar mil metros quadrados, o que equivale, por exemplo, a um décimo de um campo de futebol. Bem longe ainda da sonhada floresta urbana.
 http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/ep.gif

Enquanto a floresta não chega, Sérgio, munido das novas tecnologias, imagina-se capaz de cultivar até mesmo gigantescas mangueiras em cima dos prédios.
 http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/ep.gif

PS- Para mostrar essas experiências, coloquei fotos de telhados verdes no   www.catracalivre.com.br.

gdimen@uol.com.br


13/04/2010 - 15h10
Renault-Nissan faz acordo para lançar carro elétrico Leaf em SP

PAULO DE ARAUJO
colaboração para a Folha

A Renault-Nissan fechou hoje uma parceria com a Prefeitura de São Paulo para tratar da viabilidade do lançamento do carro elétrico Nissan Leaf no município.

O modelo, que será produzido inicialmente no Japão, deve ser lançado mundialmente no final deste ano. A expectativa é que o veículo tenha escala comercial até 2012. O Leaf é projetado para ter autonomia de 160 quilômetros, e o custo da recarga da bateria não ultrapassa US$ 3, de acordo com a empresa.

Segundo o presidente do grupo Renaul-Nissan, Carlos Ghosn, foram investidos 4 bilhões de euros no desenvolvimento dos carros com emissão zero de poluentes. "O carro elétrico se insere em um contexto em que há crescente preocupação em relação à dependência do petróleo como fonte de energia para transporte", disse.
Efe

Nissan Leaf será produzido inicialmente no Japão e deve ser lançado neste ano
Para Ghosn, porém, a comercialização em massa do veículo depende de incentivos governamentais. "É necessária a ajuda dos governos no início, para que o carro elétrico possa competir nas mesmas condições que os veículos movidos a combustão", afirmou. Ele citou os casos dos Estados Unidos, em que o consumidor recebe créditos de imposto para a comprar de veículos elétricos, e do Japão, cujo governo oferece descontos em pedágios e estacionamentos.

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, disse que pretende começar ainda neste ano a substituição da frota da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) por veículos movidos a eletricidade. "Já fica a primeira encomenda para que possamos começar a substituir a frota da CET ainda neste ano", disse. A concessão de outros incentivos, porém, ainda não está definida e dependerá das conclusões do grupo de trabalho que foi instaurado hoje.

"Querermos implantar uma frota pública e privada como meio de combater a poluição na cidade de São Paulo, que é uma das prioridades do governo", disse Kassab. Segundo ele, circulam em São Paulo 6,3 milhões de carros. Segundo a Prefeitura, São Paulo é a primeira cidade da América do Sul a firmar um acordo dessa natureza.

Nos EUA, o Leaf será vendido por US$ 25.280. Questionado sobre o preço que seria praticado no Brasil, Ghosn disse que dependerá das condições de mercado. 'Mas tem que ser uma equação econômica favorável. Não queremos que o consumidor pague uma barbaridade pelo produto.'

Para ele, o carro elétrico também é importante do ponto-de-vista do fortalecimento da marca. No Brasil, a Renaul-Nissan têm, juntas, participação de 6% no mercado. A empresa pretende que esse percentual passe para 10%.



O meu convite para sonharmos

Sent: Sunday, March 04, 2007 5:38 PM
Subject: São Paulo 2050 - Uma Eco Metrópole

Abaixo o texto anexo a esta mensagem:
São Paulo 2050 - Uma Eco Metrópole 
      Através da construção de uma visão de futuro, procura-se demonstrar os benefícios, para toda uma sociedade, da adoção de alguns conceitos e técnicas que fazem parte de um movimento de construção de significados que, por sua vez, estabelecem sonhos, que orientam planos, que inspiram ações, que resultam em realização de um determinado futuro para a sociedade. 
      A visão de futuro aqui relatada se baseia na construção da Sustentabilidade Ecológica, Econômica, Emocional, Intelectual e Social a partir de iniciativas de um Ator Social, que começa a ser identificado, nomeado de Sociedade Civil Global, em contraposição aos Governos Nacionais e Corporações Empresariais, que se comunica  e se auto conscientiza através das Tecnologias de Informação e Comunicação.  
 
Componentes da visão: 
·         Aquecedores solares - aquecimento de água sustentável abolindo o chuveiro elétrico (contingência apenas)
·         Biodigestor - saneamento, produção de energia e adubo descentralizados - solução para poluição e doenças em áreas pobres (favelas, ocupações de margens de represas)
·         Biocombustíveis para veículos - redução do fator que é o maior emissor de CO2, causador do aquecimento global
·         Coberturas de prédios e telhados verdes - um jardim cobrindo o cimento da cidade
·         Coleta e utilização de água de chuva e reutilização de águas servidas (águas tratadas) - redução de enchentes e melhor aproveitamento dos recursos hídricos
·         Compostagem Comunitária de Materiais Orgânicos gerando adubo e Reciclagem de Outros Materiais - lixo torna-se insumo com valor econômico
·         Conversão de Eletricidade em Hidrogênio (fora do horário de pico) e de Hidrogênio em Eletricidade (no horário de pico) - nas hidroelétricas e nos grandes consumidores, melhorando o ROI (em Inglês: Retorno sobre o Investimento) e o IA (impacto ambiental) da hidroeletricidade
·         Hidrovia Tietê-Pinheiros - lazer e transporte urbano (redução dos gargalos do trânsito)
·         "Matas Ciliares" para avenidas, ruas e estradas - cada "rio de cimento" equilibrado por árvores em suas laterais e canteiros centrais
·         Sistema Integrado de Transporte Terrestre - Metrô / Corredores de Onibus Alimentadores / Micro-onibus Alimentadores dos Corredores / Estacionamentos de Automóveis integrados / Ciclovias
·         Sociedade Cívil Local agindo, via exigência de alteração de Códigos de Construção e outras leis e no financiamento/construção voluntária destes projetos nas áreas pobres de cada bairro da cidade
·         Transporte de mercadorias em longas distâncias através de Cabotagem, para as cidades litorâneas e através de Ferrovias, para as cidades distantes do litoral

"Um sonho que se sonha só é apenas um sonho.
Um sonho sonhado por muitos é uma previsão do futuro." 

      Compartilhemos este sonho que vale a pena ser sonhado, com o maior número de pessoas que pudermos, pois o futuro que ele planta pode nos salvar, a todos, dos enganos que temos cometido, em nome de um desenvolvimento apenas econômico. Nossos descendentes nos agradecerão e nós seremos melhores ao fazer parte da construção de um progresso real.
 PROSPEROCLAUDIO   

+Informações:






segunda-feira, 28 de junho de 2010

Se todas as cidades fossem assim…


Ai se todas as cidades fossem assim…

26/06/2010

Hora de rush da manhã na quarta maior cidade dos Países Baixos. Ruas tem essa aparência 
quando 33% de todas as viagens são feitas por bicicleta!

Esta é uma manhã normal em abril de 2010, cerca de 8h30. Tempo original foi de 8 minutos, 

que foram comprimidos em dois minutos, então tudo é 4 vezes mais rápido do que na realidade. 
O som é original.

Este é um dos mais movimentados cruzamentos em Utrecht uma cidade com uma população 

de 300.000. Nada menos que 18 mil bicicletas e 2.500 ônibus passam por aqui todos os dias.


E, ainda, Google Street View a perdeu. Porque o tráfego motorizado privado é limitado aqui.

Estes ciclistas atravessam uma faixa de ônibus de mão única (também utilizado por táxis e 

veículos municipais), dois trilhos de trens leves e, em seguida, uma rua de sentido único que 
pode ser usado por veículos particulares.
Atrás da câmera é uma estrada de ferro (você pode ouvir os sons de ranger dos trens de 

passagem) e a principal estação ferroviária é muito próxima também. Uma parte das 
bicicletas que passam são de aluguel, da estação ferroviária, e muitos dos ciclistas vieram 
de trem na primeira parte de seu trajeto.
Para aqueles que notarem a ausência total de capacetes, neste vídeo, considerar estes 

resultados de um estudo da E.U.:

"Andar de bicicleta na Holanda é muito mais seguro do que no E.U.A.. A Holanda tem a 

menor taxa de acidentes não fatais, bem como a menor taxa de mortalidade, enquanto o 
E.U.A. tem a maior taxa de acidentes não fatais, assim como a maior taxa de fatalidade. 


Com efeito, a taxa de acidentes não-fatais para o E.U.A. é aproximadamente 30 vezes 
maior do que para os Países Baixos.

Ferimento taxa por milhão de km pedalados: E.U.A. 37,5 / NL 1,4 



Taxa de mortalidade por 100 milhões de km pedalados: E.U.A. 5,8 / NL 1.1 " 



No YouTube:


Morning rush hour in the 4th largest city in the Netherlands. Streets look like this when 33% of ALL trips are made by bicycle!

This is an ordinary Wednesday morning in April 2010 at around 8.30 am. Original time was 8 minutes that were compressed into 2 minutes, so everything is 4 times faster than in reality. The sound is original.

This is one of the busiest junctions in Utrecht a city with a population of 300,000. No less than 18,000 bicycles and 2,500 buses pass here every day. And yet Google Street View missed it. Because private motorized traffic is restricted here.

These cyclists cross a one way bus lane (also used by taxis and municipal vehicles), two light rail tracks and then a one way street that can be used by private vehicles.

Behind the camera is a railway (you can hear the squeaking sounds of the trains passing) and the main railway station is very close too. A number of rental bikes from the station pass and many of the cyclists will have come by train for the first part of their commute.

For those who frown upon the total absence of bike helmets in this video, consider these findings from a US study:

"Cycling in the Netherlands is much safer than in the USA. The Netherlands has the lowest non-fatal injury rate as well as the lowest fatality rate, while the USA has the highest non-fatal injury rate as well as the highest fatality rate. Indeed, the non-fatal injury rate for the USA is about 30 times higher than for the Netherlands.

Injury rate per million km cycled: USA 37.5; NL 1.4
Fatality rate per 100 million km cycled: USA 5.8; NL 1.1"

From: Pucher, John and Buehler, Ralph (2008) 'Making Cycling Irresistible: Lessons from The Netherlands, Denmark and Germany'.
http://policy.rutgers.edu/faculty/puc...

Categoria:

Palavras-chave:

Como visto em: wykop.pl
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