Mostrando postagens com marcador TelhadoVerde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador TelhadoVerde. Mostrar todas as postagens

domingo, 4 de novembro de 2012

Ecocidade - Ligações Externas para exemplos de uso dos conceitos propostos

Ecocidade

Estou preservando aqui as Ligações Externas para exemplos de uso dos conceitos propostos. Estas Ligações Externas foram eliminadas devido a uma interpretação de um dos revisores da Wikipedia em Português  com a qual não concordo, mas devo respeitar.


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Você está visualizando uma edição arquivada desta página, feita por ProsperoClaudio
 (discussão | contribs) em 17h16min de 9 de novembro de 2008. Esta edição pode ser muito 
diferente da última ediçãofeita na página. O endereço URL mostrado no navegador é uma 
ligação permanente para esta edição. Para mais informações, consulte a página de ajuda

Navegação no histórico de edições: ← ver edição anterior (difver edição seguinte → (difver última edição → (dif)


ecocidade é um conjunto urbano que compartilha de um espaço de vida em comum e adota conscientemente o projeto de transformar a cidade numa grande casa (do gregooikos, moradía) solidária, na qual tudo será organizado e realizado para o fim de diminuir o impacto sobre o meio ambiente.

Uma Conferência eletrônica sobre o desenvolvimento de Ecocidades aconteceu de fevereiro a junho de 2003 via internet, como uma atividade que facilitou aos participantes da 5a Conferência sobre Ecocidades, previamente concluída em Shenzhen, China, em agosto de 2002, continuarem a trocar idéias e experiências. Também possibilitou, às pessoas que não puderam comparecer à conferência, participarem, pela internet, das discussões dos documentos que foram apresentados, e poderem apresentar seus proprios trabalhos. Um dos objetivos dessa conferência virtual foi promover o trabalho em rede e a cooperação sobre desenvolvimento de Ecocidades com os seus organizadores. Todos os resumos e documentos apresentados na 5ª Conferência estão disponíveis no sítio da Universidade das Nações Unidas referido abaixo.

Num trabalho titulado "ECOCIDADES - Esboço de idéias-sementes para um Projeto de Desenvolvimento Urbano Integral", o ativista brasileiro Marcos Arruda afirmou que na EcoCidade, a crescente personalização ocorre simultaneamente à crescente socialização, que consiste na partilha consciente dos bens e recursos disponíveis a fim de aumentar o bem-viver de cada um e de todos: 
"Ambos estes processos se situam no contexto da integração harmônica e durável com o ecossistema em que vive cada cidadã/cidadão e a sociedade como um todo".

Índice

  [esconder

5ª Conferência sobre Ecocidades

Visão dos componentes para criação e transformação de nossas cidades em ambientes sustentáveis

  • Coleta e utilização de água de chuva e reutilização de águas servidas (águas tratadas) - redução de enchentes e melhor aproveitamento dos recursos hídricos.
  • "Matas Ciliares" para avenidas, ruas e estradas - cada "rio de cimento" equilibrado por árvores em suas laterais e canteiros centrais.
  • Cabotagem e ferrovias - transporte de mercadorias em longas distâncias através de cabotagem, para as cidades litorâneas e através de ferrovias, para as cidades distantes do litoral

Ver também

Ligações externas

Bibliografia

  • Mais informações sobre Meio Ambiente:
    • TRIGUEIRO, ANDRE: "MEIO AMBIENTE NO SECULO 21". São Paulo: Editora AUTORES ASSOCIADOS, 4ª Edição - 2005 - 366 pág.
    • TRIGUEIRO, ANDRE:"MUNDO SUSTENTAVEL". São Paulo: Editora GLOBO, 1ª Edição - 2005 - 304 pág.
    • Habitare disponibiliza 20 livros para download gratuito O Programa de Tecnologia de Habitação (Habitare) oferece em seu portal uma série de livros para download gratuito. Já estão no site 20 obras que contemplam áreas como construção sustentável; resíduos; planejamento de canteiros; avaliação pós-ocupação; inovação e gestão da qualidade e produtividade; normalização e certificação; habitação e encostas.



quinta-feira, 11 de novembro de 2010

São Paulo 2050 - Uma Eco Metrópole - O que já está em andamento para a realização deste sonho / visão

Car@s, boa tarde.

    Há pouco mais de 3 anos que fiz um convite para “sonharmos e construirmos” um futuro desejável para nossa metrópole, conforme o correio copiado abaixo.

    Seguem alguns exemplos de como está a implantação desta Visão:

·         Floresta Urbana: Desenvolvida em países como a Alemanha e a Inglaterra, a tecnologia dos telhados verdes começa a chegar ao Brasil na onda da sustentabilidade. O agrônomo Sérgio Rocha, de 33 anos, fez da sua vida o projeto de transformar os telhados das cidades em imensas áreas verdes. "É como se criássemos uma floresta urbana."

Para concretizar esse sonho, ele trocou uma floresta verdadeira, a amazônica, pela aridez cinza da cidade de São Paulo.


·        Frota Elétrica da CET: O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, disse que pretende começar ainda neste ano a substituição da frota da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) por veículos movidos a eletricidade. "Já fica a primeira encomenda para que possamos começar a substituir a frota da CET ainda neste ano"

Continuemos sonhando e compartilhando sonhos de futuros desejáveis.

"Um sonho que se sonha só é apenas um sonho.
Um sonho sonhado por muitos é uma previsão do futuro." 

Abraços.
Claudio.

Agrônomo cria jardim em telhados de SP
Gilberto Dimenstein em 10/11/10

Duas agências bancárias (Bradesco e Banco do Brasil) da cidade de São Paulo estão experimentando um jeito de economizar dinheiro, ajudar o meio ambiente e, quem sabe, atrair clientes: cultivar jardins.
Só que quase ninguém vai ver a plantação, tudo será feito no telhado, longe da rua.
Desenvolvida em países como Alemanha e Inglaterra, a tecnologia dos telhados verdes começa a chegar ao Brasil na onda da sustentabilidade.
O agrônomo Sérgio Rocha, 33 anos, fez da sua vida o projeto de transformar os telhados das cidades em imensas áreas verdes.
“É como se criássemos uma floresta urbana.”Para tocar esse sonho, ele trocou uma floresta verdadeira – a amazônica – pela aridez cinza paulistana.
Formado em agronomia, Sérgio fez mestrado em genética e mudou-se para a Amazônia, onde realizou pesquisas de plantas, especialmente as medicinais. Passou a gerenciar e estimular projetos, quando tomou conhecimento das tecnologias sustentáveis espalhadas pelo mundo. Foi dali que, literalmente, imaginou que tiraria sua sustentabilidade.
** Trecho da coluna Urbanidade, publicada no jornal Folha de S. Paulo
LEIA MAIS
Confira algumas imagens que mostram o trabalho de Sérgio

Florestas Urbanas
DUAS AGÊNCIAS BANCÁRIAS (uma do Bradesco e uma do Banco do Brasil) da cidade de São Paulo estão fazendo uma experiência que se traduz num novo jeito de, ao mesmo tempo, economizar dinheiro, ajudar a preservar o meio ambiente e, quem sabe, atrair clientes: cultivar jardins. Só que quase ninguém poderá ver a plantação, pois tudo será feito no telhado, longe da rua.
Desenvolvida em países como a Alemanha e a Inglaterra, a tecnologia dos telhados verdes começa a chegar ao Brasil na onda da sustentabilidade. O agrônomo Sérgio Rocha, de 33 anos, fez da sua vida o projeto de transformar os telhados das cidades em imensas áreas verdes. "É como se criássemos uma floresta urbana."
Para concretizar esse sonho, ele trocou uma floresta verdadeira, a amazônica, pela aridez cinza da cidade de São Paulo.
 http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/ep.gif

Formado em agronomia, Sérgio fez mestrado em genética e mudou-se para a Amazônia, onde realizou pesquisas sobre plantas, especialmente sobre as medicinais. Passou a gerenciar e a estimular projetos, quando tomou conhecimento das tecnologias sustentáveis espalhadas pelo mundo. Foi dali que imaginou literalmente tirar seu sustento.
Viajou pela Alemanha para conhecer uma nova tecnologia. Aprendeu que, através de módulos pré-fabricados e materiais inventados para lidar com diferentes temperaturas, é possível montar a laje das construções em conjunto com a plantação.
A vantagem prometida é diminuir o risco de infiltração, comum na construção de jardins suspensos, além de baratear os custos da obra. "Vi os mais variados projetos: algumas pessoas preferiam fazer um campo de futebol, outras preferiam produzir alimentos."
Foi então que nasceu, em São Paulo, o Instituto Cidade Jardim.
 http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/ep.gif

O apelo da tecnologia, segundo ele, é simples. Com o telhado verde, aumenta a retenção das águas da chuva, o que favorece o combate às enchentes. Além disso, a cobertura diminui o calor dos prédios, reduzindo a necessidade de uso do ar condicionado. Finalmente, as plantas e árvores combatem a poluição atmosférica. Por essas razões, essa tecnologia vem disseminando-se pela Europa e pelos Estados Unidos. No Brasil, por enquanto, é algo insignificante.
 http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/ep.gif

Até que Sérgio já conseguiu um projeto de visibilidade, ao instalar um telhado verde num prédio da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), em parceria com a Petrobras. Mas, por enquanto, tudo está na fase de plano-piloto. Em São Paulo, os telhados verdes não chegam a ocupar mil metros quadrados, o que equivale, por exemplo, a um décimo de um campo de futebol. Bem longe ainda da sonhada floresta urbana.
 http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/ep.gif

Enquanto a floresta não chega, Sérgio, munido das novas tecnologias, imagina-se capaz de cultivar até mesmo gigantescas mangueiras em cima dos prédios.
 http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/ep.gif

PS- Para mostrar essas experiências, coloquei fotos de telhados verdes no   www.catracalivre.com.br.

gdimen@uol.com.br


13/04/2010 - 15h10
Renault-Nissan faz acordo para lançar carro elétrico Leaf em SP

PAULO DE ARAUJO
colaboração para a Folha

A Renault-Nissan fechou hoje uma parceria com a Prefeitura de São Paulo para tratar da viabilidade do lançamento do carro elétrico Nissan Leaf no município.

O modelo, que será produzido inicialmente no Japão, deve ser lançado mundialmente no final deste ano. A expectativa é que o veículo tenha escala comercial até 2012. O Leaf é projetado para ter autonomia de 160 quilômetros, e o custo da recarga da bateria não ultrapassa US$ 3, de acordo com a empresa.

Segundo o presidente do grupo Renaul-Nissan, Carlos Ghosn, foram investidos 4 bilhões de euros no desenvolvimento dos carros com emissão zero de poluentes. "O carro elétrico se insere em um contexto em que há crescente preocupação em relação à dependência do petróleo como fonte de energia para transporte", disse.
Efe

Nissan Leaf será produzido inicialmente no Japão e deve ser lançado neste ano
Para Ghosn, porém, a comercialização em massa do veículo depende de incentivos governamentais. "É necessária a ajuda dos governos no início, para que o carro elétrico possa competir nas mesmas condições que os veículos movidos a combustão", afirmou. Ele citou os casos dos Estados Unidos, em que o consumidor recebe créditos de imposto para a comprar de veículos elétricos, e do Japão, cujo governo oferece descontos em pedágios e estacionamentos.

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, disse que pretende começar ainda neste ano a substituição da frota da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) por veículos movidos a eletricidade. "Já fica a primeira encomenda para que possamos começar a substituir a frota da CET ainda neste ano", disse. A concessão de outros incentivos, porém, ainda não está definida e dependerá das conclusões do grupo de trabalho que foi instaurado hoje.

"Querermos implantar uma frota pública e privada como meio de combater a poluição na cidade de São Paulo, que é uma das prioridades do governo", disse Kassab. Segundo ele, circulam em São Paulo 6,3 milhões de carros. Segundo a Prefeitura, São Paulo é a primeira cidade da América do Sul a firmar um acordo dessa natureza.

Nos EUA, o Leaf será vendido por US$ 25.280. Questionado sobre o preço que seria praticado no Brasil, Ghosn disse que dependerá das condições de mercado. 'Mas tem que ser uma equação econômica favorável. Não queremos que o consumidor pague uma barbaridade pelo produto.'

Para ele, o carro elétrico também é importante do ponto-de-vista do fortalecimento da marca. No Brasil, a Renaul-Nissan têm, juntas, participação de 6% no mercado. A empresa pretende que esse percentual passe para 10%.



O meu convite para sonharmos

Sent: Sunday, March 04, 2007 5:38 PM
Subject: São Paulo 2050 - Uma Eco Metrópole

Abaixo o texto anexo a esta mensagem:
São Paulo 2050 - Uma Eco Metrópole 
      Através da construção de uma visão de futuro, procura-se demonstrar os benefícios, para toda uma sociedade, da adoção de alguns conceitos e técnicas que fazem parte de um movimento de construção de significados que, por sua vez, estabelecem sonhos, que orientam planos, que inspiram ações, que resultam em realização de um determinado futuro para a sociedade. 
      A visão de futuro aqui relatada se baseia na construção da Sustentabilidade Ecológica, Econômica, Emocional, Intelectual e Social a partir de iniciativas de um Ator Social, que começa a ser identificado, nomeado de Sociedade Civil Global, em contraposição aos Governos Nacionais e Corporações Empresariais, que se comunica  e se auto conscientiza através das Tecnologias de Informação e Comunicação.  
 
Componentes da visão: 
·         Aquecedores solares - aquecimento de água sustentável abolindo o chuveiro elétrico (contingência apenas)
·         Biodigestor - saneamento, produção de energia e adubo descentralizados - solução para poluição e doenças em áreas pobres (favelas, ocupações de margens de represas)
·         Biocombustíveis para veículos - redução do fator que é o maior emissor de CO2, causador do aquecimento global
·         Coberturas de prédios e telhados verdes - um jardim cobrindo o cimento da cidade
·         Coleta e utilização de água de chuva e reutilização de águas servidas (águas tratadas) - redução de enchentes e melhor aproveitamento dos recursos hídricos
·         Compostagem Comunitária de Materiais Orgânicos gerando adubo e Reciclagem de Outros Materiais - lixo torna-se insumo com valor econômico
·         Conversão de Eletricidade em Hidrogênio (fora do horário de pico) e de Hidrogênio em Eletricidade (no horário de pico) - nas hidroelétricas e nos grandes consumidores, melhorando o ROI (em Inglês: Retorno sobre o Investimento) e o IA (impacto ambiental) da hidroeletricidade
·         Hidrovia Tietê-Pinheiros - lazer e transporte urbano (redução dos gargalos do trânsito)
·         "Matas Ciliares" para avenidas, ruas e estradas - cada "rio de cimento" equilibrado por árvores em suas laterais e canteiros centrais
·         Sistema Integrado de Transporte Terrestre - Metrô / Corredores de Onibus Alimentadores / Micro-onibus Alimentadores dos Corredores / Estacionamentos de Automóveis integrados / Ciclovias
·         Sociedade Cívil Local agindo, via exigência de alteração de Códigos de Construção e outras leis e no financiamento/construção voluntária destes projetos nas áreas pobres de cada bairro da cidade
·         Transporte de mercadorias em longas distâncias através de Cabotagem, para as cidades litorâneas e através de Ferrovias, para as cidades distantes do litoral

"Um sonho que se sonha só é apenas um sonho.
Um sonho sonhado por muitos é uma previsão do futuro." 

      Compartilhemos este sonho que vale a pena ser sonhado, com o maior número de pessoas que pudermos, pois o futuro que ele planta pode nos salvar, a todos, dos enganos que temos cometido, em nome de um desenvolvimento apenas econômico. Nossos descendentes nos agradecerão e nós seremos melhores ao fazer parte da construção de um progresso real.
 PROSPEROCLAUDIO   

+Informações:






sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

[ECO] Água da chuva e Ecotelhado - Aproveitamento e reuso-IPT publica soluções - Isenção de IPTU proposta na Câmara Municipal


Segue notícia relacionada ao assunto, obtida de reportagem sobre acompanhamento das atividades da Câmara Municipal, pelo Movimento Nossa São Paulo

   Estímulos aos Eco telhados, ou Telhados Verdes, poderiam ser incluídos nas propostas de isenção de IPTU para os cidadãos que colaborem com o combate às enchentes e redução das "ilhas de calor" (principalmente na Zona Leste de São Paulo, em virtude das baixas coberturas verdes).

   Para outras idéias utilizáveis para melhorar a Sustentabilidade de nossas cidades, ver:  




Visão dos componentes para criação e transformação de nossas cidades em ambientes sustentáveis



Para uma versão mais completa deste tópico, onde procurei reunir informações de minhas pesquisas sobre o assunto, ver o seguinte fórum:

8/12/2008 9:18 AM

.Esta é uma versão arquivada desta página, tal como editada por ProsperoClaudio (discussão | contribs) em 17h16min de 9 de Novembro de 2008. Ela pode divergir significantemente da versão actual.

Estou peservando aqui as Ligacoes Externas para exemplos de uso dos conceitos propostos. Estas Ligacoes Externas foram eliminadas devido a uma interpretacao de um dos revisores da Wikipedia em Portugues, com a qual nao concordo, mas devo respeitar.
_______________________________________________________________________________________________________________________________




Nossa São Paulo na Câmara



Debate resulta em propostas para combater enchentes em São Paulo

Reduzir IPTU para imóveis que contribuam com o sistema de drenagem da cidade e tratar cada bacia hidrográfica de forma diferenciada estão entre as sugestões
Diversas propostas para enfrentar e reduzir as inundações que atingem a cidade de São Paulo há dois meses foram apresentadas no debate “Enchentes: causas e soluções”, realizado nesta quarta-feira (10/2), na Câmara Municipal. Um dos debatedores, Sérgio Gonçalves, da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental, sugeriu que a administração municipal reduza o IPTU de cidadãos que deixem áreas permeáveis ou que construam equipamentos que retenham água das chuvas em seus imóveis.
Estas atitudes individuais, segundo ele, iriam auxiliar o sistema de drenagem da capital paulista, que ainda não possui um Plano Municipal de Saneamento Básico. O plano, elaborado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, está sendo debatido em audiências públicas.
Gonçalves crítica a visão de que são os pobres, as vítimas das enchentes, os responsáveis pelo problema. “Os terrenos mais adequados à moradia estão na mão do setor imobiliário e as pessoas são empurradas para as encostas de morros e margens de represas e córregos”, avalia. Nestas situações, ele argumenta, cabe ao poder público dizer que não pode construir naquele local. “Mas, não adianta só dizer que não pode, tem que oferecer alternativas”.
Outro participante do debate, o geólogo Delmar Mattes, defendeu que cada bacia hidrográfica da cidade seja tratada de forma diferenciada. “Para cada bacia tem que haver uma solução própria e não adotar o modelo de canalizar tudo ou fazer piscinões para tudo.”
Mattes considera equivocada a política da administração municipal de combate às enchentes. “Quando você canaliza um córrego, resolve um problema imediato no local onde houve a canalização, mas acelera a vazão da água e empurra o problema para mais adiante, com a acumulação rápida das águas.” Como solução, o geólogo propõe várias medidas, como aproveitamento das águas das chuvas, programa habitacional direcionado a pessoas que vivem em regiões inadequadas à moradia, expansão das áreas verdes, controle da impermeabilização do solo e ampliação da coleta seletiva de material reciclável.
Também participaram do debate, organizado pelos vereadores Jamil Murad e Netinho de Paula, ambos do PCdoB, Murilo Celso de Campos, presidente do Sindicato dos Engenheiros de São Paulo, e Odete Seabra, do Departamento de Geografia da USP.
REPORTAGEM: AIRTON GOES airton@isps.org.br

Em 19 de fevereiro de 2010 11:01, Carlos Roberto  escreveu:


Muito interessante Claudio. Por diversas vezes lí e já ouví especialistas na tv dizendo que todas as açoes no sentido de limpar e alargar rios e canais, piscinoes, etc náo irao mais surgir efeitos em grandes cidades, como por exemplo SP. A única saída seria normatizar que cada construção residencial capte através de cisternas individuais ( cerca de 1.000 a 2.000 litros cada) para "frear" as vazoes cada vez maiores das chuvas, e só assim, poderia resolver em curto / médio prazo os problemas de enchentes. Na verdade náo há mais como fisicamente ampliar grandes rios como Tiete e Tamanduatei e os pisicinoes náo serao suficientes em medio prazo.

Abcs

 From: Claudio Estevam Próspero


Date: Thu, 18 Feb 2010 17:07:15 -0300
Subject: [excpm] [ECO] IPT publica soluções para o aproveitamento e reuso da água da chuva






12/02/2010 - 09:46:21 

IPT publica soluções para o aproveitamento e reuso da água da chuva

Instituto de Pesquisas Tecnológicas - IPT
Uso Racional de Água e Energia: Conservação de água e energia em sistemas prediais e públicos de abastecimento de água é o título do quinto volume da série do Programa de Pesquisa em Saneamento Básico – PROSAB, programa gerido pela Financiadora de Estudos e Projetos – FINEP. Produzido pelos pesquisadores do Laboratório de Instalações Prediais e Saneamento do Centro de Tecnologia do Ambiente Construído (CETAC) do IPT, em rede com seis outras instituições de pesquisa, o livro tem sua versão eletrônica disponibilizada para download gratuito.

Com conceitos, metodologias e soluções práticas para o aproveitamento de água de chuva e reúso de águas cinza, o livro destaca uma demanda que se intensifica no mercado. Destina-se a projetistas, fabricantes de componentes prediais, construtores e estudantes de graduação e pós-graduação. São apresentados também estudos e soluções para a conservação de água e energia no ambiente predial e público.

Os mais recentes dados sobre a pesquisa obtidos no IPT referentes ao aproveitamento de águas pluviais estão no livro recém colocado à disposição do meio técnico. A publicação traz resultados de medições de sistemas de água de chuva realizadas em campo e laboratório para as condições do clima no país. Wolney Castilho Alves, pesquisador responsável pela Seção de Saneamento do CETAC, diz que esses dados são importantes para o projeto de componentes e sistemas em nossas condições. “Filtros fabricados na Alemanha, por exemplo, podem não funcionar bem aqui porque lá não ocorrem precipitações intensas como as observadas no Brasil”.

A Rede 5 do PROSAB, da qual o IPT faz parte, enfoca o cenário de escassez de recursos hídricos e o alto grau de degradação de mananciais observados em grandes centros urbanos no Brasil e em todo o mundo.

Para fazer download de livros do PROSAB acesse:http://www.finep.gov.br/prosab/produtos.htm.
Para compra da versão impressa procure as livrarias da ABES – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental.
(Envolverde/Ecoagência)


_________________________________________________________________









ECOTELHADO é um telhado vivo que possui vantagens que os telhados "convencionais" não possuem - Lista das vantagens e exemplos de aplicações













Telhado verde é opção para manter o equilíbrio térmico
O telhado ecológico é uma tentativa de combater as chamadas ilhas de calor, regiões onde o concreto e o asfalto deixam a temperatura até oito graus acima da média registrada na cidade.

Numa cidade como São Paulo, em que as mudanças bruscas de temperatura fazem parte da rotina, o telhado ecológico é uma boa opção para manter o equilíbrio térmico. 


O telhado verde começa a ser adotado também nos espaços públicos, uma tentativa de combater as chamadas ilhas de calor, regiões com pouca vegetação, onde o concreto e o asfalto deixam a temperatura até oito graus acima da média registrada na cidade. 

Quem atravessa a passarela coberta de plantas na avenida Rebouças sente na pele as diferenças nos termômetros. “Eu sinto um pouco mais fresco, com uma sensação térmica um pouquinho melhor”, diz Ângelo Santoro, estudante. 











Telhado VerdeO que é, vantagens e desvantagens, técnica, arquitetura verde, meio ambiente
telhado verde
Telhado Verde: arquitetura em prol do meio ambiente

  • 16:34
  • 30/11





DeMillus tem telhado verde em unidade fabril no Rio de Janeiro
DeMillus, maior fabricante de lingerie da América Latina, há tempos se preocupa com a questão da responsabilidade ecológica e vem adotando diversas ações para contribuir com a preservação e melhoria do meio ambiente. Uma das iniciativas da empresa, nesse sentido, foi a instalação de um telhado verde, na cobertura de sua unidade da Av. Lobo Júnior, bairro da Penha, Rio de Janeiro.

“Instalamos aqui um telhado ecológico, que consiste na aplicação de vegetação sobre a cobertura da edificação, com impermeabilização e drenagem adequadas. Além de contribuir para a redução da poluição ambiental, melhoramos as condições de conforto termo-acústico e o paisagismo. Instalamos o primeiro gramado há 8 anos e fomos aprimorando ao longo do tempo”, explica Eva Goldman, vice-presidente da empresa.



CURSO DE TETO VERDE: 20 e 21 de março de 2010
INSTRUTORES: JOHAN VAN LENGEN E PETER VAN LENGEN

O curso visa ensinar como se prepara a estrutura de um teto coberto com grama e quais os materiais utilizados. Este tipo de teto tem função térmica, pois mantém um clima confortável nos espaços internos da casa.