terça-feira, 23 de agosto de 2011

O "HOMO ETERNUS" já no horizonte ? Os NEANDERTAL vislumbravam os SAPIENS? E os PRIMATAS o HOMO? Wang Xiaoping=> Primeiro passo= Nova Humanidade. Segundo= Humanidade Avançada. Meta definitiva= Super Humanidade



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Para os radicalmente céticos:

Edição do dia 05/07/2011
05/07/2011 09h43 - Atualizado em 05/07/2011 14h28

Biomédico inglês afirma que é possível viver mil anos

Especialista em longevidade diz que em duas décadas muita gente chegará aos 150 anos de idade e que os médicos terão todas as ferramentas para curar o envelhecimento e prolongar a vida.

Um biomédico inglês, especialista em longevidade, disse que, no futuro próximo, as pessoas poderão viver mil anos.
Será que o mundo está preparado para isso? O biomédico britânico prevê essa possibilidade. Ele afirma que em duas décadas muita gente chegará aos 150 anos de idade. Os médicos terão todas as ferramentas para curar o envelhecimento, extirpando as doenças decorrentes da idade e prolongando a vida indefinidamente.
A ideia seria adotar a geriatria preventiva, ou seja, ir regularmente a uma clinica geriátrica para reparar danos moleculares - uma espécie de manutenção com terapias genéticas, com células-tronco, estimulação imunológica e outras técnicas. Algo como ir ao dentista para evitar cáries.
Aubrey de Grey é um sujeito polêmico ao começar pela aparência. Usa uma barba longa e parece bem mais velho. Ele tem 47 anos. As teses dele são embasadas em fatos. A longevidade tem mesmo aumentado, sistematicamente, nos últimos anos graças aos avanços da medicina e as mudanças de hábito.
Atualmente, a longevidade humana cresce, em média, três meses por ano e a própria Organização Mundial da Saúde (OMS) acredita que haverá 1 milhão de pessoas centenárias no mundo até 2030. Por enquanto, a pessoa mais velha do mundo, registrada pelo livro dos recordes, viveu 122 anos. As ideias de Grey são tão ambiciosas que o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), uma das universidades mais prestigiadas do mundo, ofereceu um prêmio de US$ 20 mil para quem provasse o contrário. O fato é que ninguém levou a bolada. Se essa previsão de vida até mil anos é uma pseudociência ou uma possibilidade real, só o tempo, literalmente, dirá.

 





Primatas

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Os primatas são os mamíferos que compõe a ordem Primates, onde estão incluídos os micosmacacosgorilaschimpanzésorangotangoslêmures, os babuínos, os seres humanos e outros hominídeos. O polegar, ou dedo opositor, também é uma característica mas não é exclusiva dos primatas (os gambás também têm polegares). Alguns macacos têm os polegares apenas nos seus pés e não nas mãos. O ramo da mamalogia que estuda os primatas é a primatologia.
ordem dos primatas é informalmente dividida em três grupos principais: os prossímiosplatirrinos (os macacos do novo mundo) e os catarrinos (macacos do velho mundo), grupo no qual o ser humano se inclui. Os prossímios se caracterizam por seus proeminentes focinhos e longas caudas e, nas espécies mais primitivas, por uma tendência à disposição lateral dos olhos. Neles se incluem os LemuriformesChiromyiformesLorisiformes e Tarsiiformes. Os platirrinos possuem narinas distantes entre si e voltadas para os lados. Os catarrinos se caracterizam por ter o focinho mais ou menos reto e narinas dirigidas para a frente.
De acordo com as evidências fósseis, os ancestrais dos primatas já existiam no Baixo Cretácio. Estudos com o relógio molecular sugerem que eram ainda mais antigos, tendo se originado pelo menos no Médio Cretácio. Acredita-se recentemente que sejam mais intimamente relacionados aos colugos e, mais distantemente, aosescandêncios. Primatas provavelmente evoluíram dos plesiadapiformes. Alguns paleontólogos acreditam que o Purgatorius, que viveu no estado de Montana seja o primeiro primata do mundo. Entretanto, há também a possibilidade deste pequeno animal ser da ordem dos Plesiadapiformes.
Os primatas atualmente sofrem com um grande problema: o perigo da extinção, pois segundo um relatório preparado pelo Bristol Zoo Gardens, quase a metade das espécies corre risco de extinção devido à cormercialização ilegal, à caça motivada pela venda da carne e ao devastamento de seus habitats, as florestas tropicais.[1]

Índice

·         1 História evolutiva
·         2 Taxonomia
·         3 Principais espécies
·         4 Bibliografia
·         5 Referências
·         6 Ver também


Homem-de-neandertal

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

homem-de-neandertal (Homo neanderthalensis) é uma espécie extinta, fóssil, do gênero Homo que habitou a Europa e partes do oeste da Ásia, de cerca de 300 000 anos atrás[1] até aproximadamente 29 000 anos atrás (Paleolítico Médio e Paleolítico Inferior, no Pleistoceno), tendo coexistido com os Homo sapiens. Alguns autores, no entanto, consideram os homens-de-neandertal e os humanos subespécies do Homo sapiens (nesse caso, Homo sapiens neanderthalensis e Homo sapiens sapiens, respectivamente).
Esteve na origem de uma rica cultura material designada como cultura musteriense, além de alguns autores lhe atribuírem a origem de muitas das preocupações estéticas [2] e espirituais do homem moderno, como se poderá entender a partir das características das suas sepulturas. Depois de um difícil reconhecimento por parte dos académicos, o homem-de-neandertal tem sido descrito no imaginário popular de forma negativa em comparação com o Homo sapiens, sendo apresentado como um ser simiesco, grosseiro e pouco inteligente. Era, de facto, de uma maior robustez física e o seu cérebro era, em média, ligeiramente mais volumoso. Progressos relativos a arqueologia pré-histórica e da paleoantropologia depois da década de 1960 têm revelado um ser de uma grande riqueza cultural, ainda que seja, provavelmente, sobrestimada por alguns autores. Muitas questões, contudo, permanecem sem resposta, principalmente as relacionadas com a sua extinção.

Índice

·         1 A descoberta[3],[4]
·         2 Nome e classificação
·         3 Características físicas
·         4 Linguagem
·         5 Cultura técnica
·         7 Extinção
·         8 Ver também
·         9 Referências
·         10 Ligações externas



Homo sapiens

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Um humanoser humanopessoagente ou homem é um animal membro da espécie de primata bípede Homo sapiens, pertencente ao género HomofamíliaHominidae (taxonomicamente Homo sapiens latim: "homem sábio").[1][2] Os membros dessa espécie têm um cérebro altamente desenvolvido, com inúmeras capacidades como o raciocínio abstrato, a linguagem, a introspecção e a resolução de problemas. Esta capacidade mental, associada a um corpo ereto possibilitaram o uso dos braços para manipular objetos, fator que permitiu aos humanos a criação e a utilização de ferramentas para alterar o ambiente a sua volta mais do que qualquer outra espécie de ser vivo.
Evidências de DNA mitocondrial indicam que o homem moderno teve origem na África oriental há cerca de duzentos mil anos. Atualmente os seres humanos estão distribuídos em toda a Terra, principalmente nos continentes e ilhas do planeta. No entanto, outros grupos de indivíduos estão voando em veículos particulares naatmosfera, outros viajando ao longo dos oceanos e até mesmo um pequeno número de indivíduos que vivem na órbita terrestre baixa. A população humana na Terra, em abril de 2010, era superior a 6,8 bilhões de indivíduos.[3] Desde o surgimento da civilização, os humanos são uma forma dominante de vida biológica, em termos de distribuição espacial e efeitos sobre a biosfera do planeta.
Como a maioria dos primatas superiores, os seres humanos são sociais por natureza, sendo particularmente hábeis em utilizar sistemas de comunicação, principalmente verbalgestual e escrita para se expressar, trocar ideias e se organizar. Os humanos criaram complexas estruturas sociais compostas de muitos grupos cooperantes e concorrentes, de famílias até nações. As interações sociais entre os humanos criaram uma variedade extremamente grande de tradiçõesrituaisnormas sociais e éticasleis e valores, que em conjunto formam a base da sociedade humana. A cultura humana é marcada pelo apreço pela beleza e estética o que, combinado com o desejo de expressão, levou a inovações como a arte, a escrita, a literatura e a música.
Homo sapiens, como espécie, tem como característica o desejo de entender e influenciar o ambiente à sua volta, procurando explicar e manipular os fenômenos naturais através da filosofia, artes, ciênciasmitologia e da religião. Esta curiosidade natural levou ao desenvolvimento de ferramentas e habilidades avançadas. O ser humano é a única espécie conhecida capaz de criar o fogocozinhar seus alimentosvestir-se, além de utilizar várias outras tecnologias. Os humanos passam suas habilidades e conhecimentos para as próximas gerações e, portanto, são considerados dependentes da cultura.

Índice

·         1 Terminologia
·         2 História
o    2.1 Origem
·         3 Habitat e população
·         4 Biologia
o    4.5 Dieta
·         5 Psicologia
·         6 Cultura
o    6.8 Guerra
·         7 Notas
·         8 Ver também
·         9 Referências
·         10 Ligações externas
·         11 References



De: Claudio Estevam Prospero 
Enviada em: segunda-feira, 15 de agosto de 2011 16:26
Assunto: [SINAPSES] Wang Xiaoping: INIMIGO que pode UNIR HUMANIDADE em um PROJETO COMUM=MORTE. Projeto científico para NOS TRANSFORMARMOS em uma RAÇA de DEUSES. Usando nossa CIÊNCIA (espiritual+genética+psicológica+social+...) em REDE GLOBAL


Antes de taxarmos esta jovem escritora chinesa, autodidata, de louca, vejamos alguns argumentos, usados por ela, para solicitar-nos que suspendamos nosso julgamento baseado no senso comum, até considerarmos os argumentos científicos de sua proposta:

Todos as grandes quebras de paradigmas tiverem seus propositores taxados como loucos, pelo senso comum. Alguns exemplos:
·         Copérnico e o Sol como centro do Sistema Planetário (o senso comum colocava a Terra no centro)
·         Darwin e a Teoria da Evolução das Espécies (o senso comum colocava o Ser Humano como Senhor (separado, Filho de Deus) das outras Espécies Vivas)
·         Julio Verne e sua Viagem à Lua (algo tão mitológico, em sua época, quanto as lendas dos Deuses que habitavam o Cosmos)
·         Aldous Huxley e seu Admirável Mundo Novo (ficção sobre “fábricas genéticas” de Alfas (Intelectuais), Betas (Administradores) e Gamas (Trabalhadores braçais))

PRIMATAS => HUMANOS => DEUSES:
·         Seleção Natural (Darwin) transformou-nos de PRIMATAS em HUMANOS (origem comum com nossos “primos genéticos”: os macacos (2% de diferença entre nossos códigos genéticos)).
·         Transformação Cultural (se assumirmos um projeto comum, para toda a Humanidade, algo como o Projeto do Genoma Humano – mas muito mais  amplo – poderemos vencer nossa grande inimiga, A MORTE !). Uma das características do que é rotulado como Deuses em qualquer das Mitologias Humanas.

Sugiro que julguem por si, lendo, em uma livraria, o Primeiro Capítulo de:
(Para nós que enfrentamos riscos  palpáveis de extinção da nossa espécie, nos próximos 100 anos, vale analisar uma proposta que substitua o senso comum, que nos trouxe até aqui (Crises: Ambiental, Financeira, de Valores, etc.))

A Segunda Declaração – O Próximo Passo da Evolução e o Futuro da Humanidade


Classificada como “gênio” pela imprensa oriental, Wang Xiaoping, 25 anos, sugere, em 
A Segunda Declaração, a globalização de uma única cultura pela qual
o futuro determina as ações do presente.
Obra contempla carta aberta à Organização das Nações Unidas - ONU 

“O Segundo DNA de todo ser humano é a cultura. A chave da transformação do comportamento humano está na transformação de sua ideologia e desta,
em transformação cultural (...) O surgimento desse novo mundo só pode ser
promovido pelo despertar de uma nova humanidade, e apenas uma nova
cultura pode produzir uma nova humanidade”. 

Assim que o leitor abre este livro, já é informado sobre os alicerces fundamentais que sustentarão sua tese: Cultura centrada no ser humano, Cultura amante da vida, Cultura Ecológica, Cultura Pacífica e Cooperativa, Cultura do Bem Comum e Cultura de Grande Sucesso


Eis alguns recortes de A Segunda Declaração – O Próximo Passo da Evolução
e o Futuro da Humanidade, obra que chega ao Brasil em maio, pela Editora
Cultrix. Aclamada por público e crítica no mundo oriental, a autora Wang Xiaoping,
de apenas 25 anos, é dotada de memória fotográfica.
Aos 15 anos deixou a escola e passou a ser autodidata e já redigiu quatro obras –
todas registraram calorosas vendas e elogios.



Autora: Wang Xiaoping
Assunto: Filosofia
400 páginas
Preço: R$ 62
Capa: brochura
Formato: 116,0 x 1,2 x 23,0 cm
Editora Cultrix, 2011







"A Segunda Declaração" (Wang Xiaoping)


(...)
Assim que o leitor abre este livro, já é informado sobre os alicerces fundamentais que sustentarão sua tese: Cultura centrada no ser humano, Cultura amante da vida, Cultura Ecológica, Cultura Pacífica e Cooperativa, Cultura do Bem Comum e Cultura de Grande Sucesso
(...)

A Segunda Declaração

(...)
Em A Segunda Declaração, Xiaoping faz um mergulho profundo em pensamentos de Platão, Sócrates, Confúcio, Darwin - entre tantos outros – e desenvolve percepções e impressões próprias sobre a vida e a sociedade no planeta, construindo um novo pensamento para o século XXI. A humanidade que plantamos em comparação a que esperamos é o mote em questão.
(...)

Wang Xiaoping vai muito além dos trabalhos seminais dos mais importantes futurólogos ocidentais; Alvin Tofler (A Terceira Onda) e John Naisbitt (Megatêndencias), dialoga com ambos e os supera, como ela mesma afirma de forma bombástica nestas duas citações:

“Este livro não contém apenas explicações e previsões, mas também projetos e planos”, 

“Eu não quero ser o Toffler da China. Quero superá-lo!”.
(...)

--

Atenciosamente.
Claudio Estevam Próspero 
http://mitologiasdegaia.blogspot.com/ (Blog: Mitologias de Gaia)
http://criatividadeinovao.blogspot.com/ (Blog: Criatividade e Inovação)
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http://www.portalsbgc.org.br/sbgc/portal/ (Comunidade Gestão Conhecimento)

sábado, 11 de junho de 2011

Minha AUTOPOIESE (em termos coloquiais: "o que busco VIVER". Em termos empresariais: "minha estratégia pessoal")

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Claudio Estevam Prospero 
Data: 25 de março de 2011 13:45
Assunto: Minha AUTOPOIESE (em termos coloquiais: "o que busco VIVER". Em termos empresariais: "minha estratégia pessoal")
Para: 







Compartilho como:

Compromisso – eu sei que vocês sabem o que pretendo. Assim serei mais cuidadoso com meus pensamentos, palavras e ações.

Pedido de apoio – vocês sabem o que busco e podem me auxiliar a realizar-me.

Todo o Universo Conspira a seu favor

Que tamanho tem o universo?
O universo tem o tamanho do seu mundo.
Que tamanho tem o meu mundo?
Tem o tamanho dos seus sonhos.






Autopoiese

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Autopoiese ou autopoiesis (do grego auto "próprio", poiesis "criação") é um termo cunhado na década de 70 pelos biólogos e filósofos chilenos Francisco Varela e Humberto Maturana para designar a capacidade dos seres vivos de produzirem a si próprios. Segundo esta teoria, um ser vivo é um sistema autopoiético, caracterizado como uma rede fechada de produções moleculares (processos), onde as moléculas produzidas geram com suas interações a mesma rede de moléculas que as produziu. A conservação da autopoiese e da adaptação de um ser vivo ao seu meio são condições sistêmicas para a vida. Por tanto um sistema vivo, como sistema autônomo está constantemente se auto produzindo, auto regulando, e sempre mantendo interações com o meio, onde este apenas desencadeia no ser vivo mudanças determinadas em sua própria estrutura, e não por um agente externo.
De origem biológica, o termo passou a ser usado em outras áreas por Steven Rose na neurobiologia, por Niklas Luhmann na sociologia, e por Gilles Deleuze e Antonio Negri na filosofia.

Índice

·         1 Origem
·         2 Luhmann
·         3 Aplicação
·         4 Ver também
·         5 Leituras recomendadas

Ver também




6 Mensagens • Página 1 de 1

RE: Conhecimento Livre

Mensagempor claudioprospero » 02 Ago 2006, 07:35

Compartilho, abaixo, à título de apresentação de minhas contribuições, na Internet, como "reforçador de sinapses virtuais"minha visão do que Pierre Levy chamou, com muita felicidade na escolha dos termos, Conexão Planetária. Parece-me alinhado com o objetivo da Escola de Redes. 


Conhecimento Livre 

20081012 - reformatação para facilitar leitura 


(*) Distribuído originalmente em 2003 (primeiro Portal da SBGC) 

(**) Distribuído por e-mail (network pessoal) em 2002 

Objetivo : Promover o aperfeiçoamento físico, intelectual, emocional e espiritual da humanidade, através do compartilhamento voluntário do conhecimento (vivência, experiência) dos associados, visando proporcionar uma vida mais harmoniosa e plena (uso das potencialidades individuais e grupais), à comunidade humana. 

Visão orientadora : Vivemos uma época de grandes possibilidades de realizações, permitidas pela disponibilidade de meios técnicos facilitadores da interação e mútua fecundação (intelectual, emocional e espiritual), para a grande maioria da população do planeta. 

Temos a possibilidade de construir "sinapses tecnológicas" entre os seres vivos, de modo análogo às sinapses entre neurônios que são a base da capacidade de operação de cada cérebro individual. 

Instrumentos de ação : Internet (sites e grupos de estudos/discussões), E-Mail, reuniões, palestras e qualquer outra forma de comunicação entre indivíduos. Redes de idéias como resumos e chaves de acesso aos documentos produzidos. 

Princípios : 

O conhecimento é a riqueza perfeita, pois pode se reproduzir indefinidamente, sem se deteriorar, além de crescer exponencialmente à cada multiplicação, pois o ato de o compartilhar amplia o conhecimento de quem orienta, além de reproduzi-lo em quem é orientado, enriquecido neste pelas vivências pessoais. 

As idéias/sensações (como unidades de conhecimentos), não podem ser escondidas ou entesouradas, uma vez que tendem à se manifestar em vários indivíduos, submetidos à condições similares, sendo a atual proliferação de instrumentos de comunicação um poderoso fermento de produção e compartilhamento de conhecimento. Assim, mesmo que um indivíduo ou grupo, que tenha manifestado em si uma idéia/sensação, decida não partilhar a informação sobre este conhecimento (em prejuízo próprio, como conseqüência do primeiro princípio) não terá como impedir a manifestação do conhecimento em outros indivíduos ou grupos. 

A carência humana de posse e, em alguns casos, de ostentação de posse, trabalha a favor do desenvolvimento do conhecimento, pois a posse é incrementada pela distribuição, ou seja, mais detém conhecimento quem mais o compartilha, ou monta melhores redes para consegui-lo. Já a ostentação do conhecimento só é possível em grupos que tenham conhecimento similar, podendo avaliar e valorizar o conhecimento possuído pelo ostentador. 

O custo de "venda" de uma mentira (entendida como idéias/sensações em desacordo com as necessidades do "comprador") é muito maior que o da disseminação de uma verdade, exigindo um grande esforço de persuasão. Enquanto isto a "venda" de uma verdade (entendida como idéias/sensações que vem ao encontro das necessidades do "comprador"), costuma se fazer por si só, com custos muito baixos, em termos de recursos de comunicação. Pequenos eventos costumam destruir falsas imagens construídas com grandes esforços. A sabedoria popular expressa bem este principio com os ditados : "A mentira tem pernas curtas" / "É fácil contar uma mentira, difícil é sustentá-la". 

-- 
Atenciosamente. 

Claudio Estevam Próspero 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Usuário:ProsperoClaudio 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Aliança_para_uma_Nova_Humanidade 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ecocidade 
http://www.criefuturos.com.br/criefuturos.html 
http://www.portalsbgc.org.br/sbgc/portal/


Mensagens: 0
Data de registro: 01 Mai 2005, 04:00

Mensagempor claudioprospero » 31 Mar 2008, 14:58
Economia do Conhecimento 
20081012 - reformatação para facilitar leitura (Alterações em azul)

Comparação entre fábricas de mercadorias (estações de trabalho) com "fábricas de informações" (conjunto de cérebros como unidades de produção de conhecimento, representado por informações). 


O que é PRODUTO em uma Economia do Conhecimento? 

Um determinado conjunto de Informações, com uma determinada estrutura de apresentação, em uma mídia particular, com o objetivo de ser uma mensagem que transmita um significado planejado entre duas ou mais mentes. 


O que é CUSTO em uma Economia do Conhecimento? 
Custo do tempo das pessoas detentoras do conhecimento para sua aplicação à situação problema. 

Custo da estrutura para transferência síncrona ou assíncrona do significado entre pessoas (tempo do aprendiz, custo de livros, ou outras mídias de apoio ao aprendizado por iniciativa própria). 

O que é MARCA em uma Economia do Conhecimento? 
Ter reputação de conhecedor de um dado assunto, ser acreditado, ser uma boa fonte de informações sobre o assunto. 

Geralmente os mercados são imperfeitos por deficiências de conhecimento. 

Os produtores não possuem o conhecimento sobre clientes, processos e competências para obter custo / benefício otimizado. 

Os consumidores não possuem o conhecimento sobre os produtos e produtores para otimizar suas compras

O conceito de mercado não é totalmente aplicável na Economia do Conhecimento. 

Existem compradores e vendedores de conhecimento, mas o conceito de propriedade, como posse excludente da posse por outros, não se aplica, ou seja, a venda de conhecimento não implica em deixar de possuí-lo. (Bens não-rivais)

Na verdade ao "entregar informação" o conhecimento do vendedor se amplia, no mínimo, quanto aos aspectos que adaptem sua comunicação para cada público alvo. Como conseqüência, quanto mais compartilhada for a posse do conhecimento, maior será a riqueza dos atuais e futuros proprietários, pois quanto mais divulgado o conhecimento sobre um tópico, maior a probabilidade deste conhecimento ser ampliado ou melhorado. 

Referências bibliográficas: 
Conhecimento Empresarial - Davenport / Prusak - Ed. Campus 

A Economia da Atenção - Davenport / Beck - Ed. Campus 

A reinvenção do Bazar - Uma história dos mercados - John McMilllan - Jorge Zahar Editor 
Principalmente o capítulo 9 - O embaraço da patente - sobre o delicado equílíbrio necessário entre promover a inovação pela proteção dos direitos dos inovadores e facilitar a circulação das idéias na sociedade. 

Oração de São Francisco de Assis

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Estátua de jardim de São Francisco de Assis cercado por pássaros, por seu amor à natureza o santo é associado ao movimento de defesa da ecologia.

Oração da Paz, também denominada de Oração de São Francisco, é uma oração de origem anônima que costuma ser atribuída popularmente a São Francisco de Assis. Foi escrita no início do século XX, tendo aparecido inicialmente em 1912 num boletim espiritual em ParisFrança.
Em 1916 foi impressa em Roma numa folha, em que num verso estava a oração e no outro verso da folha foi impressa uma estampa de São Francisco. Por esta associação e pelo fato de que o texto reflete muito bem o franciscanismo, esta oração começou a ser divulgada como se fosse de autoria do próprio santo.

Índice

·         1 Texto original
·         2 A tradução em português
·         3 Para ouvir
·         4 Bibliografia
·         5 Ligações externas

[editar]Texto original

O texto original desta oração é:
Belle prière à faire pendant la Messe
Seigneur, faites de moi un instrument de votre paix.
Là où il y a de la haine, que je mette l’amour.
Là où il y a l’offense, que je mette le pardon.
Là où il y a la discorde, que je mette l’union.
Là où il y a l’erreur, que je mette la vérité.
Là où il y a le doute, que je mette la foi.
Là où il y a le désespoir, que je mette l’espérance.
Là où il y a les ténèbres, que je mette votre lumière.
Là où il y a la tristesse, que je mette la joie.
Ô Maître, que je ne cherche pas tant à être consolé qu’à consoler, à être compris qu’à comprendre, à être aimé qu’à aimer, car c’est en donnant qu’on reçoit, c’est en s’oubliant qu’on trouve, c’est en pardonnant qu’on est pardonné, c’est en mourant qu’on ressuscite à l’éternelle vie.
La Clochette, n° 12, dec. 1912, p. 285.

[editar]A tradução em português

Uma das mais conhecidas traduções para a língua portuguesa desta oração é:
Senhor: Fazei de mim um instrumento de vossa Paz.
Onde houver Ódio, que eu leve o Amor,
Onde houver Ofensa, que eu leve o Perdão.
Onde houver Discórdia, que eu leve a União.
Onde houver Dúvida, que eu leve a .
Onde houver Erro, que eu leve a Verdade.
Onde houver Desespero, que eu leve a Esperança.
Onde houver Tristeza, que eu leve a Alegria.
Onde houver Trevas, que eu leve a Luz!
Ó Mestre,
fazei que eu procure mais:
consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois é dando, que se recebe.
Perdoando, que se é perdoado e
é morrendo, que se vive para a vida eterna!